Aprenda como criar um blog do zero e como ganhar dinheiro na internet monetizando com o Adsterra! Neste tutorial passo a passo, você vai ver desde a escolha da plataforma até a configuração e aprovação rápida dos anúncios no seu site.
Se você quer criar uma fonte de renda extra ou montar um negócio online rentável com blogs, o Adsterra é uma das melhores alternativas para monetizar o seu tráfego, mesmo que o seu site seja novo e tenha poucas visitas.
Adsterra é uma rede de publicidade global, com cuidado exclusivo ao parceiro (partner care), com a missão de conectar anunciantes e publishers para impulsionar o seu crescimento financeiro, sendo a melhor alternativa ao Google Adsense para monetizar sites e blogs.
Oferece tecnologia avançada e cuidado real para você lucrar com segurança. Por que escolher a Adsterra?
– Início Rápido: Aprovação em cerca de 10 minutos para você começar a faturar.
– Pagamentos Garantidos: Saques automatizados quinzenais a partir de apenas $25 para seu banco no Brasil.
– Máxima Rentabilidade: Taxa de preenchimento (fill rate) de 100% e os formatos que mais convertem no mercado, como Popunder, Social Bar e Direct Link.
– 100% Seguro: Sistema de proteção anti-malware com 3 níveis de segurança.
– Partner Care 24/7: Suporte humanizado, especializado e amigável sempre que você precisar.
📌 O que você vai aprender neste vídeo:
00:00 – como criar um blog
00:06 – como criar um blog do zero
00:12 – como ganhar dinheiro com blog
00:18 – adsterra
00:24 – monetizar blog com adsterra
00:30 – como monetizar site
00:36 – adsterra tutorial
00:42 – como usar adsterra
00:48 – ganhar dinheiro com adsterra
00:54 – alternativas ao adsense
01:00 – criar site e monetizar
01:06 – renda extra online
01:12 – como criar um site no wordpress
01:18 – adsterra passo a passo
Nesse vídeo vou te mostrar como vender nos stories do Instagram e no whatsapp com uma estrutura de postagem prática para divulgar promoções e aumentar suas conversões.
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0:00 Desvendando a estrutura de postagens virais
1:13 Garimpando produtos e gerando imagens com IA
3:16 Montando a arte perfeita nos stories
6:35 Estratégias para reaproveitar seu conteúdo
Você vai postar seu primeiro link de afiliado e bateu a dúvida: preciso avisar que ganho comissão? Resposta curta: sim. Se você recebe por clique ou venda, o post é publicidade e precisa dizer isso com clareza.
Sem o aviso, quem segue você pode se sentir enganado, e o post pode esbarrar nas regras da rede social.
Abaixo estão uma lista para conferir antes de postar, três frases prontas e o que cada rede oferece para marcar o conteúdo.
Por que avisar que você ganha comissão
O motivo mais simples é a confiança. Quem compra pela sua indicação merece saber que você ganha algo com isso.
O segundo motivo é a regra. O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) tem um guia de publicidade por influenciadores que vale também para afiliados. Ele descreve o afiliado como quem divulga por link ou cupom e ganha por clique, venda ou outro resultado. E comissão entra na definição de publicidade.
Esse guia é autorregulamentação, ou seja, regra criada pelo próprio setor, e não lei. Mas a lei também cobra: o artigo 36 do Código de Defesa do Consumidor manda que o consumidor identifique a publicidade de forma fácil e imediata.
Se você ainda não escolheu o que divulgar, o Primeira Assinatura em 24H, do Caio Martins, traz um mapa do zero absoluto até a primeira venda. Ele também tem uma lista de produtos de assinatura para se afiliar. Neles, a comissão é recorrente: ela se repete a cada mês que o cliente continua pagando (link de afiliado).
Checklist antes de postar
Passe cada item abaixo pelo seu post. Se algum ficar sem resposta, ajuste antes de publicar.
O aviso aparece no começo da legenda ou na própria imagem.
No vídeo, o aviso vem no início ou na hora em que você indica o produto.
Em stories, o aviso fica fixo e legível na tela enquanto o conteúdo aparece.
Se a rede tem rótulo de parceria paga ou de promoção paga, você ativou.
O link não está escondido: a pessoa sabe para onde vai e que há comissão.
Você não prometeu resultado, como ganho em reais ou prazo para ver retorno.
Você descreve o produto como ele é e só conta experiência que teve de verdade.
O aviso está em português: #publi ou #publicidade. Termos em inglês, como #ad, podem não ser entendidos.
Atenção: o guia do Conar pede que o aviso fique visível em primeiro plano, sem a pessoa tocar em “mais” nem rolar a tela. Aviso enterrado no meio das hashtags não ajuda.
Frases prontas de aviso
Adapte as palavras ao seu jeito, mas deixe claro que é publicidade e que você ganha comissão.
Legenda: “#publi: este link é de afiliado. Se você comprar por ele, eu ganho uma comissão.”
Vídeo (fale nos primeiros segundos): “Antes de começar: isto é publicidade. O link é de afiliado e eu recebo uma comissão se você comprar.”
Mensagem no WhatsApp: “Oi! Este é meu link de afiliado, então é publicidade: eu ganho uma comissão se você comprar. Pode olhar com calma.”
Em vídeo com pouca fala, escreva #publi na tela também. Segundo o Conar, só o áudio pode não bastar quando o conteúdo é mais visual.
Como cada rede trata isso
O guia do Conar recomenda usar a ferramenta de identificação da própria rede sempre que possível. Se não der, escreva #publi ou #publicidade em destaque. Na prática, usar as duas coisas deixa o aviso mais claro.
YouTube
Segundo a ajuda do YouTube, o caminho é pelo YouTube Studio, no computador. Clique em “Conteúdo”, abra o vídeo e entre em “Mais opções”. Marque a caixa “Meu vídeo contém promoção paga, como inserção de produto, patrocínio ou endosso” e salve.
O YouTube então mostra um aviso aos espectadores por 10 segundos no início do vídeo. A página pede a marcação quando há “outra relação comercial”. Ela não cita link de afiliado, mas comissão é uma relação comercial.
Se você só tem o celular, fale o aviso no vídeo e escreva #publi no começo da descrição, em ponto visível sem tocar em “mais”.
Instagram
O rótulo se chama parceria paga e pede conta profissional, comercial ou de criador. Guias de terceiros indicam este caminho: ao criar a publicação, abra “Configurações avançadas”, depois “Conteúdo de marca”, e ative “Adicionar rótulo de parceria paga”.
Em seguida, você escolhe a conta da marca, que precisa aprovar você como parceiro. Se sua conta é pessoal ou a marca não aprovou, use #publi no começo da legenda ou na imagem. Menus mudam, então confira o caminho atual procurando “parceria paga” na central de ajuda do Instagram.
TikTok
A política de conteúdo de marca do TikTok cita o link de afiliado pelo nome: produto que rende comissão sobre vendas conta como conteúdo de marca. Ao postar, habilite a opção de divulgação de conteúdo comercial, nas configurações de divulgação de conteúdo. Diga também qual é o produto, na fala ou no texto.
Se a rede que você usa não tem rótulo, escreva o aviso na legenda ou fale no vídeo, como nas frases acima.
Cuidado: a hashtag da marca ou um post colaborativo (feito em conjunto com outra conta), sozinhos, podem não bastar para mostrar que é publicidade. Use o rótulo ou #publi.
Seu próximo passo
Abra o último post em que você divulgou algum link. Passe os oito itens do checklist, um por um.
Se faltar aviso, edite a legenda hoje e coloque a frase pronta no começo. Depois salve o checklist nas notas do celular para usar em todo post novo.
Importante: Este canal é educativo e tem o objetivo de compartilhar conhecimento. A criação de um negócio digital depende exclusivamente do esforço e dedicação de cada pessoa. Nada aqui representa promessa de ganhos financeiros ou resultados garantidos.
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Aprenda a integrar o ChatGPT com o MCP da Higgsfield para gerar um grande volume de criativos de alta conversão.
O sucesso no tráfego direto depende diretamente da sua capacidade de produzir anúncios em escala. Neste vídeo, mostro como otimizar esse processo analisando ofertas e definindo personas para criar materiais publicitários de forma automatizada e eficiente.
Você verá na prática como usar o ChatGPT para estruturar sua comunicação e aplicar a tecnologia da Higgsfield para colocar seus anúncios no ar rapidamente. É o guia definitivo para quem busca consistência na produção de criativos e quer escalar resultados sem perder tempo com processos manuais.
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Você trabalha o dia todo, chega em casa e sobra uma hora à noite. Quer testar um serviço de revisão de texto, mas não sabe quanto cobrar nem se alguém vai pagar.
Sem uma oferta definida, você trava no preço e acaba não oferecendo para ninguém. A saída é escrever a oferta em três linhas, cobrar por faixa de palavras, pedir uma entrada e começar pelas pessoas que já confiam em você.
O Paulo é uma pessoa fictícia, e todos os números são exemplos, não resultados reais nem promessa de ganho. Esse caminho não serve para quem precisa do dinheiro neste mês, porque o cliente pode demorar a aparecer.
Quem é o Paulo e quanto tempo ele tem
Paulo tem 34 anos, trabalha como atendente de loja e usa um celular Android simples. Ele sempre foi o colega a quem os outros pedem para olhar um e-mail ou um currículo antes de enviar.
Ele tem uma hora livre por noite, de segunda a quinta. Na sexta e no fim de semana, não quer trabalhar.
Esse limite vira a regra da oferta. No exemplo, Paulo revisa umas 1.000 palavras em uma hora, então cada pedido precisa caber nisso.
Além de revisar, ele vai precisar se apresentar para quem ainda não o conhece. O Fórmula Negócio Online, do Alex Vargas, tem videoaulas de Instagram e de vendas pelo WhatsApp, que ajudam nessa conversa com possíveis clientes (link de afiliado).
A oferta e o preço de exemplo
Paulo escreve a oferta em três linhas, para caber numa mensagem de WhatsApp:
O que revisa: ortografia, pontuação, concordância e frases confusas.
Tamanho e preço: até 1.000 palavras por R$ 25.
Prazo: entrega em até 2 noites de trabalho, de segunda a quinta, depois do pagamento.
Ele não revisa texto técnico, jurídico ou de outra língua. Dizer o que não faz evita pedido que ele não consegue cumprir.
Para o preço, ele parte do tempo. Exemplo: se 1.000 palavras tomam uma hora, cobrar R$ 25 por texto dá R$ 25 por hora. O seu valor depende do que você revisa e do que seu cliente aceita pagar.
Conta de exemplo para um mês: 4 textos por semana (um por noite) vezes R$ 25 dá R$ 100 por semana. Em 4 semanas, R$ 400. Isso só vale se houver 16 pedidos, e cliente não vem garantido.
O primeiro cliente
Paulo mandou a oferta pelo WhatsApp para cinco colegas que já pediam ajuda com e-mails e currículos. Quatro não precisavam de nada naquele momento. A quinta tinha um trabalho de faculdade para entregar.
O erro veio em seguida. Ele respondeu “pode mandar, são R$ 25” antes de ver o texto. O arquivo tinha 3.000 palavras, e ele ficou sem graça de cobrar a mais.
Foram três noites de trabalho por R$ 25. Neste exemplo, a conta fica em R$ 8,33 por hora, cerca de um terço do que ele tinha planejado. Pelo preço dele, o texto valeria R$ 75.
O que ele ajustou
Paulo mudou três coisas: agora conta as palavras na ferramenta de contagem do editor de texto antes de dizer o preço, entrega de outro jeito e cobra de outro jeito.
Modelo de entrega
Ele pede que o cliente compartilhe o texto pelo aplicativo Documentos Google. Depois, segue o caminho da ajuda do Google para Android: abre o documento, toca em Mais e ativa Sugerir alterações.
Cada mudança fica marcada, como a caneta de um professor na prova. O cliente toca na sugestão e escolhe Aceitar ou Rejeitar.
Na entrega, Paulo manda esta mensagem: “Seu texto está revisado, com as alterações marcadas. Os erros que mais se repetiram foram vírgula antes de ‘que’ e crase. Falta o restante de R$ 25 pelo Pix.”
Modelo de cobrança
Ele criou uma tabela por faixa e passou a pedir metade do valor antes de começar:
Tamanho
Preço
Entrada
Prazo
Até 1.000 palavras
R$ 25
R$ 12,50
Até 2 noites
Até 2.000 palavras
R$ 50
R$ 25
Até 3 noites
Até 3.000 palavras
R$ 75
R$ 37,50
Até 4 noites
Atenção: preço, prazo e limite de palavras são exemplos do Paulo. Defina os seus antes de aceitar o primeiro pedido, porque depois de combinado fica difícil cobrar a mais.
Depois de contar as palavras, ele responde: “Seu texto tem 1.800 palavras. Fica R$ 50, com entrega em até 3 noites de trabalho. Para começar, preciso de R$ 25 de entrada pelo Pix, e o restante você paga na entrega.”
A entrada vai por Pix, que funciona 24 horas, 7 dias por semana, segundo o portal do governo federal. Assim o cliente paga à noite, quando o Paulo trabalha, e o prazo começa a contar a partir daí.
Com a entrada, quem desiste no meio não deixa o Paulo sem nada. Ela também separa quem só perguntou de quem quer mesmo o serviço.
Seu próximo passo
Hoje, escreva em três linhas o que você revisa, o tamanho máximo com o preço e o prazo. Depois mande para três pessoas que já pedem sua ajuda com textos.
Quando os conhecidos já souberem do serviço, o desafio passa a ser chegar a quem não conhece você. O Fórmula Negócio Online ensina marketing de conteúdo e funil, o caminho que leva um desconhecido até a sua oferta. A página do curso diz que ele é para quem tem pouco tempo, e há garantia de 7 dias para pedir o dinheiro de volta (link de afiliado).
Sua conta de afiliado foi aprovada e o TikTok se encheu de vídeos dizendo que basta viralizar para vender e que amostra grátis é direito seu. Aí você grava, espera, e a comissão não vem.
A resposta curta: viralizar não garante venda, a amostra depende do vendedor e a comissão muda de produto para produto. Quem acredita no contrário perde tempo com o produto errado e ainda arrisca o alcance da conta.
Abaixo estão cinco mitos comuns, corrigidos com as regras oficiais do TikTok. No fim, você sabe o que conferir antes de gravar.
Mito 1: viralizou, vendeu
Falso. Alcance é quanta gente viu o vídeo. Venda é quanta gente tocou no produto, confiou e pagou. Um vídeo pode ter muitas visualizações e quase nenhuma compra.
Exemplo de conta (números inventados, só para mostrar a lógica): um vídeo com 100.000 visualizações gera 20 compras de um produto de R$ 50, com comissão de 10%. São R$ 5 por compra, ou R$ 100 no total. Outro vídeo, com 10.000 visualizações de um público que queria aquele produto, gera as mesmas 20 compras e os mesmos R$ 100.
Na prática, o que costuma pesar é o vídeo mostrar o produto em uso e terminar dizendo o que fazer.
Quando o problema é ter alcance e pouca compra, a Comunidade VSA, do Bruno Reis, ensina conteúdo que converte no TikTok Shop. O foco é o gancho (o começo que prende), a retenção (manter a pessoa assistindo) e a chamada para comprar (link de afiliado).
Mito 2: toda amostra é grátis e garantida
Falso nas duas partes. A amostra grátis é um produto que o vendedor pode oferecer ao criador. Se ele não oferece naquele produto, não há o que pedir.
Na colaboração aberta (o plano em que o vendedor abre o produto para os criadores), ele analisa e aprova os pedidos manualmente.
Na colaboração direcionada (o convite a criadores escolhidos), ele pode analisar à mão ou aprovar automaticamente.
Ele pode exigir um mínimo de fãs, de vendas em 30 dias ou de visualizações por vídeo.
Ele define a quantidade de amostras e pode limitar o período de pedidos.
O frete da amostra grátis é pago pelo vendedor, mas ela vem com contrapartida. Pelo mesmo guia, você tem 14 dias para criar um vídeo curto ou uma LIVE com o link do produto. O vídeo fica público por pelo menos três dias, ou a LIVE dura pelo menos 10 minutos.
Atenção: peça amostra só do produto que você vai mesmo gravar nesse prazo. As regras podem mudar, então leia as condições do pedido antes de confirmar.
Mito 3: a comissão é igual em todo produto
Falso. A taxa de comissão é a porcentagem do preço que o criador recebe por produto vendido. Segundo a página de colaborações do TikTok Shop, a plataforma sugere um valor, mas a decisão é do vendedor. Por isso não existe um percentual único para a loja inteira.
A taxa também pode mudar. O vendedor pode aumentar ou diminuir a comissão da colaboração aberta. E, se o produto estiver nas duas colaborações, vale a comissão da direcionada.
Por isso, antes de gravar, faça sempre esta conta:
Abra a oferta do produto na sua área de afiliado, antes de adicioná-lo à vitrine (a lista de produtos que você divulga).
Anote a comissão e o preço.
Multiplique o preço pela porcentagem.
Compare com outro produto parecido.
Exemplo (porcentagens inventadas): um produto de R$ 80 com comissão de 10% paga R$ 8 por venda. Outro de R$ 40 com 25% paga R$ 10. O mais barato pode render mais.
Mitos 4 e 5: vídeo repostado e vender sem aparecer
Mito 4: “é só baixar o vídeo de quem viralizou e postar de novo”. As diretrizes da comunidade do TikTok pedem que você publique somente conteúdo que criou ou que tem o direito de compartilhar. Material não original ou reutilizado, sem nenhuma novidade, não fica qualificado para o feed Para Você.
Cuidado: sem permissão, o vídeo repostado também pode ser removido. Pela política de propriedade intelectual do TikTok, quem viola direitos autorais repetidamente tem a conta banida.
Mito 5: “para vender é preciso aparecer”. Nas diretrizes que conferimos, não há exigência de mostrar o rosto. Elas pedem outras duas coisas:
Usar a configuração de divulgação de conteúdo do TikTok quando você promove um produto.
Rotular conteúdo gerado por IA que mostre cenas ou pessoas com aparência realista. Sem o rótulo, ele pode ser removido ou restringido.
Dá para fazer vídeo só com as mãos, a voz e o produto.
Para montar esse caminho, a Comunidade VSA ensina a criar um perfil dark (sem mostrar o seu rosto) e vídeos com IA realista. Tem garantia incondicional de 7 dias (link de afiliado).
Seu próximo passo
Hoje, abra a oferta de um produto que você pensa em divulgar e anote a comissão e o preço. Faça a conta de quanto ele paga por venda e compare com um segundo produto.