O seu cliente potencial só não compra de você por quatro motivos específicos: falta de confiança, medo do preço, falta de tempo ou falta de urgência. Se você não quebrar essas barreiras antes do clique, seus anúncios no Google Ads e Meta Ads vão continuar atraindo apenas curiosos.
Neste vídeo prático em formato de mapa mental, eu mostro o passo a passo para mapear e neutralizar as 4 principais objeções do seu público diretamente nos seus criativos, headlines e páginas de vendas — com exemplos reais aplicados a diversos nichos do mercado.
Aprenda como quebrar objeções nos anúncios de forma estratégica para aumentar a sua taxa de conversão e vender para quem tem medo de comprar!
O anúncio está no ar há alguns dias, o dinheiro do teste vai sumindo e você não sabe se espera mais um pouco ou corta o gasto. Mexer cedo demais estraga um teste bom. Esperar demais queima o orçamento de um anúncio ruim.
A saída é olhar uma métrica de cada vez, na ordem certa, com um limite em reais escrito antes de gastar. A lista abaixo mostra quando pausar, quando ajustar e quando manter.
Antes de decidir, confira se há dados suficientes
Com pouca informação, qualquer número engana. Dois cliques e nenhuma venda não provam nada. Responda a esta lista antes de mexer:
Você sabe quanto pode pagar por venda? É o valor que sobra de cada venda antes de pagar o anúncio.
O gasto já chegou a esse valor? Antes disso, ainda é cedo para julgar a falta de venda. Essa é uma regra prática, não uma regra da Meta.
Você mudou público, criativo ou página nos últimos dias? Se sim, compare só os números de depois da mudança.
O rastreamento funciona? No Gerenciador de Eventos da Meta, abra a ferramenta Eventos de Teste, faça uma ação de teste no site e veja se ela aparece.
Você definiu um limite de gasto para este teste? Se não, defina agora.
Segundo a Central de Ajuda da Meta, o conjunto de anúncios passa por uma fase de aprendizado, em que o desempenho oscila. Ela termina por volta de 50 eventos de otimização (o resultado que você pediu para a Meta buscar, como a compra) depois da última edição significativa.
Contam como edição significativa mudar o público, o criativo ou o evento de otimização. Mudança grande de orçamento ou de lance também pode contar.
Com orçamento pequeno, é comum não chegar a esse número. Quando o conjunto dificilmente terá cerca de 50 eventos na semana seguinte à última edição, a Meta mostra o status aprendizado limitado. Nesse caso, não espere a fase terminar: decida pelo seu limite de gasto.
Pause, ajuste ou mantenha: a ordem da decisão
Com os dados conferidos, siga esta ordem e pare na primeira linha que for verdade:
O gasto chegou ao limite e não houve venda: pause.
Quase ninguém clica: ajuste o criativo.
Há cliques, o gasto passou do que você pode pagar por venda e a venda não veio ou veio cara: ajuste a página e a oferta.
Cada venda custa até o que você pode pagar: mantenha.
Você ainda gastou pouco: mantenha sem mexer e confira de novo depois.
Tem loja com produto físico e quer ver esses ajustes em aula? O ABC do Drop, do Rafael Lima, tem aulas de tráfego pago para Meta Ads e Google Ads. Traz também gravações de mentorias ao vivo (link de afiliado).
Se o clique é raro
Olhe o CTR (taxa de cliques no link), nome da métrica no Gerenciador de Anúncios. Ele mostra quantos cliques no link saíram de cada 100 impressões, que são as vezes em que o anúncio apareceu. Exemplo: 1.000 impressões e 12 cliques no link dão CTR de 1,2%.
Não existe número mágico. Compare com os seus outros anúncios ou, se este é o primeiro, entre as versões que testar. Se quase ninguém clica, o problema tende a estar no que a pessoa vê, e não na página.
Ajuste um item por vez, nesta ordem:
A primeira linha do texto: ela diz logo o problema que o produto resolve?
A imagem ou o vídeo: o produto aparece claro, num celular pequeno?
A chamada para ação: está claro o que acontece depois do toque?
O público: está amplo demais ou estreito demais para o produto?
Mude só um item e crie uma versão nova ao lado da antiga. Se mudar tudo de uma vez, você não saberá o que funcionou. Criativo novo recomeça o aprendizado, então conte os dias a partir da mudança.
Se o clique é bom e a venda não vem
Gente clicando e ninguém comprando aponta para depois do anúncio. O CPA (custo por aquisição) é quanto você gasta, em média, para cada venda.
No Gerenciador de Anúncios, procure a coluna Custo por resultado: é o valor gasto dividido pelo número de resultados. Se a campanha busca compras, esse número é o seu CPA. Exemplo: R$ 60 gastos e 2 compras dão R$ 30 por venda.
Se ele passou do que você pode pagar por venda, olhe a página e a oferta:
A página repete a promessa do anúncio? Quem clicou em uma coisa e vê outra vai embora.
O preço, o frete e o prazo aparecem sem rolar muito a tela?
A página abre rápido no celular com sinal fraco?
O botão de compra é fácil de achar e de tocar?
A oferta compensa? Teste um motivo claro para comprar agora, como um brinde ou um frete melhor, se a sua margem aguentar.
Quer refazer a página a partir de um modelo? O ABC do Drop, do Rafael Lima, traz modelos de página de vendas e aulas de copy com IA (link de afiliado).
Quando pausar
Pausar é proteger o dinheiro que ainda não foi gasto. O limite precisa existir antes de o anúncio ir ao ar, porque com o dinheiro saindo é fácil achar que a venda vem amanhã.
Exemplo: sobram R$ 25 de cada venda antes de pagar o anúncio, e você separou R$ 100 para o teste. Você empata se cada venda custar até R$ 25 em anúncio. Nesse teto, R$ 100 pagariam 4 vendas.
Uma regra possível para esse exemplo: se gastar R$ 50 (o dobro do que pode pagar por venda) sem nenhuma venda, pause. Os R$ 50 restantes ficam para o próximo teste.
Atenção: escreva o limite antes de ativar o anúncio, com o valor em reais e o que fazer ao chegar nele. Decidir no meio do teste, com medo de perder, tende a esticar o gasto.
Se reativar depois, trate como um teste novo. Para a Meta, pausar o conjunto de anúncios é mais uma edição que pode reiniciar o aprendizado.
Seu próximo passo
Pegue um papel ou o bloco de notas do celular e escreva a regra do seu próximo anúncio em três linhas. Quanto você pode pagar por venda? Quanto vai gastar sem vender antes de pausar? Qual métrica você olha primeiro?
Com o anúncio rodando, você só confere as três linhas e segue a ordem da decisão.
Para acompanhar essas contas depois dos primeiros pedidos, o ABC do Drop, do Rafael Lima, traz uma planilha de controle financeiro (link de afiliado).
Comecei no digital com um cartão de crédito de R$400 de limite e já passei dos R$13 milhões vendendo infoprodutos no tráfego direto. E justamente por isso eu consigo te dizer: o jogo tá mudando.
O público tá cansado de comprar ebooks. Neste vídeo eu te mostro o que eu enxergo acontecendo no mercado e o que eu tô fazendo no lugar: transformar o que antes seria um infoproduto em app e SaaS, criados com IA, sem saber programar, vendidos com recorrência.
Qual é a melhor inteligência artificial para criar vídeos em 2026?
Neste vídeo, coloquei 8 modelos de geração de vídeo com IA frente a frente, utilizando exatamente o mesmo prompt para descobrir qual entrega os resultados mais impressionantes.
Você vai acompanhar os resultados, entender as diferenças e descobrir quais ferramentas fazem mais sentido para criar vídeos profissionais, anúncios, conteúdos para redes sociais e projetos de marketing digital.
🎬 Capítulos do vídeo:
00:00 Qual é a melhor IA para gerar vídeos?
01:08 Como funciona o desafio dos 8 modelos?
01:54 Como gerar vídeos com IA na Higgsfield?
02:28 Como funciona o Kling 4.0?
05:35 Seedance 2.5 é mais realista que Kling 4.0?
06:25 O que mudou no Seedance 2.0?
08:20 MiniMax H3 gera vídeos melhores?
09:32 Wan 3.0 consegue seguir o mesmo prompt?
10:09 Grok Imagine 1.5 vale a pena?
11:33 FLUX 3 entrega resultados mais realistas?
12:53 Como se saiu o Gemini Omni 1.1?
13:37 Qual IA venceu a comparação?
14:29 Como testar todos os modelos na Higgsfield?
Você posta um conteúdo bom, capricha no texto e ninguém abre. O problema muitas vezes está no título: ele é vago e não diz o que a pessoa ganha ao clicar.
Aí vem o medo de exagerar e cair em clickbait (título que atrai o clique com uma promessa que o conteúdo não cumpre). Sem saber onde fica a linha, você escolhe o título morno e segue sem leitores.
O método abaixo tem quatro passos e um teste de três perguntas. No fim, você escreve um título claro, que chama a atenção e promete só o que o conteúdo entrega. Título bom não garante cliques, mas dá ao seu conteúdo uma chance justa de ser aberto.
O que um bom título faz
Um bom título diz o benefício e para quem ele serve. Em uma frase, a pessoa entende o que vai conseguir e se aquilo é para ela.
Compare dois títulos de um mesmo texto:
Vago: “Dicas de fotos”.
Claro: “Como tirar foto de produto com o celular para vender na Shopee”.
O segundo diz o que a pessoa consegue fazer (tirar a foto), com o quê (o celular) e para quem serve (quem vende na Shopee). Quem está nessa situação se reconhece e clica.
A orientação do Google sobre títulos de páginas pede textos descritivos e concisos. Ela também manda evitar texto longo e rótulos vagos, como “Início” para a página inicial ou “Perfil” para o perfil de uma pessoa. A orientação é para a busca, mas, na prática, a lógica serve para qualquer título.
Se você pensa em vender numa loja própria, o Método Euro Drop, do Rapha Mancini, ensina a montar uma loja sem estoque para clientes de fora do Brasil. São videoaulas com acesso vitalício, e uma das fases é página de vendas e copy (o texto que vende), em que essa clareza também conta. Vender para fora envolve regras de importação, impostos e atendimento ao cliente estrangeiro, então confira isso antes de começar (link de afiliado).
Quatro passos para escrever o seu
Abra o conteúdo pronto e o bloco de notas do celular. Escreva o título depois do conteúdo: assim você só promete o que já existe. O exemplo dos passos é um texto sobre marmitas.
Diga quem lê. Escreva numa linha para quem é o conteúdo. Exemplo: quem trabalha fora.
Escolha o benefício. Complete a frase “depois de ler, a pessoa consegue…”. Exemplo: montar as marmitas da semana.
Acrescente um detalhe que o texto tem. Pode ser um prazo, uma quantidade ou um método. Exemplo: “em uma hora”, se o texto mostra como fazer nesse tempo.
Corte e confira. Junte as partes, tire as palavras que não informam e releia o conteúdo. Cada promessa do título precisa aparecer no texto.
Veja o caminho de um título, do começo ao fim (exemplo):
Antes: “Dicas de organização”.
Rascunho dos passos 1 a 3: “Aprenda agora como montar todas as marmitas da semana em apenas uma hora, se você trabalha fora”.
Depois do corte: “Marmitas da semana em uma hora: método para quem trabalha fora”.
Em post sem campo de título, como uma legenda de rede social, use a primeira linha como título.
Dica: escreva três versões do título e leia em voz alta. Fique com a que uma pessoa entende de primeira, sem explicar.
O que é clickbait
Clickbait acontece quando o título promete mais do que o conteúdo entrega ou esconde a informação principal para forçar o clique. Exemplo: “Você não vai acreditar no que aconteceu com esta marmita”. Um título honesto sobre o mesmo assunto seria “Quanto tempo a marmita dura na geladeira”.
A política da Meta sobre links de clickbait cita três sinais: esconder informação, usar frases sensacionalistas (“você não vai acreditar…”) e abusar de maiúsculas ou pontos de exclamação. No Facebook, esse tipo de link perde distribuição no feed.
O Facebook também explicou que links de páginas que fazem isso com frequência aparecem mais abaixo no feed. Quando a página para, o efeito para.
Atenção: se o texto não entrega o que o título promete, mude o título ou complete o texto antes de publicar. Quem clica e não encontra a promessa tende a desconfiar do próximo post.
Título atraente e título honesto não se opõem. Número, prazo e benefício concreto chamam atenção sem enganar, desde que existam de verdade no conteúdo.
Teste rápido de título
Antes de publicar, responda sim ou não:
Uma pessoa que nunca viu seu conteúdo entende sobre o que ele é?
O título diz o benefício e para quem ele serve?
Tudo o que o título promete aparece no conteúdo?
Três “sim” e o título está pronto.
Deu “não”? Na pergunta 1, troque as palavras vagas por palavras simples e concretas. Na pergunta 2, volte aos passos 1 e 2. Na pergunta 3, volte ao passo 4.
Seu próximo passo
Abra o último conteúdo que você publicou e reescreva o título seguindo os quatro passos. Depois passe pelas três perguntas e troque o título antigo pelo novo.
Com o título resolvido, a próxima dúvida costuma ser o que postar toda semana. O Fórmula Negócio Online, do Alex Vargas, ensina marketing de conteúdo em videoaulas e traz copywriting entre os bônus, com garantia de 7 dias (link de afiliado).
Qual é a melhor inteligência artificial para criar vídeos? E será que a IA mais cara realmente entrega o melhor resultado?
Neste vídeo, testei Kling 4, Seedance 2.5, Wan 3 e MiniMax H3 utilizando os mesmos prompts para descobrir qual oferece a melhor qualidade pelo menor custo.
Comparei cenas de filmes, ação, perseguições, vídeos realistas e anúncios UGC, mostrando os resultados, os erros e quantos créditos cada modelo gastou.
Você também vai participar do desafio: tente adivinhar qual inteligência artificial criou cada vídeo antes de eu revelar o resultado!
🎬 Ferramenta utilizada nos testes: Higgsfield
00:00 Qual é a melhor IA para criar vídeos?
00:34 Desafio: adivinhe qual IA criou cada vídeo
01:05 Primeiro resultado e comparação de preços
01:48 Teste de perseguição de carros
02:43 Recriando cenas de filmes famosos
03:27 Teste com Jurassic Park
04:39 Criando anúncios realistas com IA
05:24 Teste de ação com gorila
06:37 Criando cenas cinematográficas
07:52 Comparando a qualidade dos anúncios
08:47 Novo teste de realismo e consistência
09:18 Comparando as vozes geradas por IA
10:02 Teste final: cenas de ação e tiroteio
10:49 Conclusões e próximos testes
Você vende um serviço pela internet e cada amigo diz uma coisa sobre MEI. Um jura que é obrigatório, outro que não se paga nada, outro que dá para ter qualquer atividade.
Sem saber quem está certo, você pode abrir o cadastro sem precisar, ou ficar sem ele quando faz diferença.
A resposta curta: o MEI (Microempreendedor Individual, a forma de formalizar quem trabalha por conta própria) é uma opção. Ele vale só para as ocupações de uma lista, tem pagamento mensal, exige nota para cliente com CNPJ e tem limite de faturamento. A seguir, cada crença fica ao lado da regra oficial e de onde conferir, porque a regra muda.
Mito 1: MEI é obrigatório para vender online
Mito. A Lei Complementar 123/2006 diz que o MEI “poderá optar” pelo pagamento de impostos em valores fixos mensais. É uma escolha, e o Portal do Empreendedor, site oficial do governo para o MEI, não traz regra que obrigue quem trabalha pela internet a ter esse cadastro.
Ficar sem CNPJ, porém, não livra você do imposto. Pessoa física que recebe por trabalho sem vínculo de outra pessoa física ou do exterior entra no carnê-leão, o Imposto de Renda mensal pago pela própria pessoa.
Plataformas têm regras próprias, e algumas podem pedir CNPJ: confira nos termos da sua. Se você revende produtos com frequência, pergunte a um contador qual registro combina com o seu caso.
Se o seu plano é ir além do primeiro serviço, o Fórmula Negócio Online, do Alex Vargas, ensina a estrutura de um negócio online, o marketing de conteúdo e o funil de vendas. São videoaulas com garantia de 7 dias (link de afiliado).
Mito 2: MEI pode ter qualquer atividade
Mito. O MEI só pode exercer as ocupações de uma lista oficial. Ela inclui, por exemplo, editor de vídeo, digitador, fotógrafo, professor particular e promotor de vendas, sempre como trabalho independente.
Procure o nome da ocupação e anote o CNAE ao lado, o código que identifica a atividade.
Se não encontrar, tente outro nome para o mesmo serviço.
Continuou sem achar? Fale com um contador antes de abrir o cadastro.
Mito 3: MEI não paga nada
Mito. O MEI paga todo mês a contribuição mensal, o DAS. Segundo o Portal, é por esse boleto que você recolhe seus impostos e a contribuição para o INSS (a Previdência, que dá direito a benefícios como aposentadoria).
A tabela do Portal mostra como o valor é formado:
INSS: 5% do salário mínimo vigente.
ICMS (imposto sobre mercadorias): R$ 1, para comércio e indústria.
ISS (imposto sobre serviços): R$ 5, para prestação de serviço.
O MEI transportador autônomo é a exceção: paga 12% do salário mínimo para o INSS. O valor é fixo, independente do faturamento, desde que dentro do limite anual.
Deixar de pagar pode cancelar o MEI automaticamente e comprometer os benefícios. Além do boleto, há a declaração anual do faturamento, entregue até 31 de maio do ano seguinte, mesmo sem ter recebido nada.
Mito 4: MEI não precisa de nota
Depende do cliente. A lei dispensa a nota para o consumidor final e a exige para quem tem CNPJ:
Cliente pessoa física: você fica dispensado de emitir.
Cliente com CNPJ: a nota é obrigatória. Na venda de mercadoria, a exceção é a empresa compradora emitir nota de entrada.
O tipo de nota muda conforme o que você vende. Quem presta serviço usa a NFS-e, emitida no Emissor Nacional com a conta gov.br, sem certificado digital. Dúvidas sobre o seu caso têm resposta nas perguntas frequentes do Portal do Empreendedor.
Quem vende produto usa a NF-e. Sem credenciamento, o MEI pode emitir nota avulsa com login e senha na SEFAZ, a Secretaria da Fazenda do estado.
Dica: mesmo sem emitir nota, anote o que recebeu no Relatório Mensal de Receitas Brutas. Guarde as notas de compra e de venda por 5 anos.
Mito 5: passar do limite não tem consequência
Tem, e o limite está subindo. O teto anual de R$ 81 mil vale até entrarem em vigor os novos valores da Lei Complementar 238/2026:
R$ 110 mil para o ano de 2027.
R$ 140 mil a partir de 2028.
Passar do limite tira você do MEI, e a data depende do tamanho do excesso. Até 20% acima, a mudança vale a partir de 1º de janeiro do ano seguinte, e você paga a diferença junto com a guia de janeiro. Acima de 20%, ela volta a 1º de janeiro do ano em que você passou.
Exemplo de conta, com limite de R$ 110.000: 20% são R$ 22.000, então o corte fica em R$ 132.000.
Faturou R$ 120.000: passou R$ 10.000, cerca de 9%. O efeito vale só no ano seguinte.
Faturou R$ 140.000: passou R$ 30.000, cerca de 27%. O efeito volta a janeiro do mesmo ano.
Depois de sair, você paga pela regra geral do Simples Nacional, e não mais o valor fixo. Quem abre o MEI no meio do ano tem limite proporcional aos meses de atividade, e o excesso acima de 20% volta ao início da atividade.
Atenção: some o que você faturou desde janeiro, todo mês. Ao passar do limite, comunique a Receita Federal até o último dia útil do mês seguinte, ou o desenquadramento pode ser feito de ofício.
Seu próximo passo
Faça duas coisas hoje, com o celular na mão. Procure a sua ocupação na lista do Portal do Empreendedor. Depois, some o que recebeu desde janeiro e compare com o limite do ano.
Com isso, você já sabe se o MEI cabe no seu caso. Valores e regras podem mudar, então confira o Portal antes de abrir o cadastro.
Formalizado ou não, a pergunta seguinte é qual modelo de negócio online combina com o seu perfil. O Fórmula Negócio Online, do Alex Vargas, tem um módulo sobre escolher a estratégia de marketing digital para o seu perfil e outro sobre afiliado como modelo principal (link de afiliado).
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Acesse: https://pay.kiwify.com.br/pdI5QiA
IMPORTANTE:
Sou formado em arquitetura e desde 2015 estudo e aplico as estratégias do marketing digital.
Minha primeira experiência no marketing foi aplicando a estratégia do fórmula de lançamento, passei 2 meses preparando tudo que aprendi para lançar o meu curso de Revit, na época ainda dava aulas para arquitetos, engenheiros e designers, graças a Deus, com muito esforço e dedicação, no meu primeiro lançamento fiz mais de 5 dígitos.
Após essa primeira experiência positiva passei anos executando lançamentos, foram muitos acertos e muitos erros, hoje tenho minhas próprias estratégias consolidadas e ensino como fazer mais de 100 mil através do meu treinamento completo.
Levei mais de 5 anos para ter sucesso de verdade no marketing digital, não foi do dia pra noite, não foi rápido, não foi fácil.
Minha intenção ao compartilhar um pouco do que aprendi é poder contribuir de alguma forma no seu processo de evolução, apenas isso, nada mais.
AVISO LEGAL:
“Nenhuma informação contida neste vídeo deve ser interpretada como uma afirmação da obtenção de resultados. Qualquer referência ao desempenho passado ou potencial de uma estratégia abordada no conteúdo não é, e não deve ser interpretada como uma recomendação ou como garantia de qualquer resultado específico.”
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Aprenda a criar seu primeiro anúncio no Meta Ads (Facebook e Instagram Ads) do zero, em poucos minutos e sem se perder nas configurações. Neste passo a passo para iniciantes, você entende como o Gerenciador de Anúncios é organizado (campanha, conjunto de anúncios e anúncio), o que configurar em cada nível (objetivo, orçamento, público, posicionamento, programação e localização) e acompanha a criação de uma campanha real, do clique em “Criar” até a publicação. Se você quer começar a anunciar no Instagram e no Facebook, mas trava achando que precisa dominar públicos avançados e estratégias de escala, este tutorial de tráfego pago mostra o básico que realmente importa para colocar sua primeira campanha no ar do jeito certo e evitar os erros mais comuns de quem está começando.
00:00 Introdução
00:49 Checklist inicial
03:03 Como funciona o Gerenciador de Anúncios
04:13 Campanha: objetivo e orçamento
04:43 Conjunto de anúncios: público, posicionamento, programação e localização
06:17 Anúncio: criativo, texto e URL
08:25 Na prática: criando a campanha
09:23 Na prática: conjunto de anúncios
12:22 Na prática: o anúncio
13:35 Publicando
13:50 Conclusão
Você divulga o mesmo produto no Instagram, no WhatsApp e no YouTube. A comissão entra, mas você não sabe de qual canal ela veio.
Sem essa resposta, você repete tudo o que faz e não sabe o que cortar. Um código curto no final do link resolve isso: ele marca cada canal, e a plataforma registra esse código na venda.
O exemplo aqui é a Hotmart, porque a central de ajuda dela descreve o recurso em detalhe. O caminho serve para quem já divulga e quer comparar canais com dados, não com palpite.
Por que um link só não basta
Com um link único, todas as vendas entram no mesmo saco. Se você postou em três lugares e vendeu duas vezes, não dá para saber qual post trouxe cada compra.
A solução é um link por canal. O produto é o mesmo, a página é a mesma, só muda o código no final.
Como a plataforma identifica a origem
Esse código se chama parâmetro de rastreio: um trecho que você cola no fim do endereço. Ele funciona como a etiqueta de uma encomenda, que mostra de onde o pacote saiu. Na Hotmart existem três tipos, segundo a central de ajuda:
SRC: exclusivo da Hotmart. Identifica a origem da venda em links de afiliado e em páginas de vendas alternativas.
SCK: exclusivo da Hotmart. É usado por produtores, em campanhas que levam direto à página de pagamento.
UTM: padrão usado em todo o mercado, com nomes como utm_source (a origem do clique).
Como afiliado, você usa o SRC. Ele vem depois de um ponto de interrogação, assim: go.hotmart.com/XYZ?src=instagram. O XYZ representa o código do seu link.
Se você quer incluir na divulgação um produto que paga mais de uma vez, o Primeira Assinatura em 24H, do Caio Martins, traz uma lista de produtos de assinatura para se afiliar. Neles, a comissão é recorrente: se repete a cada mês em que o cliente continua pagando (link de afiliado).
Passo a passo para criar os links
Copie o seu Link de Divulgação do produto, que a Hotmart também chama de HotLink, pelo botão da plataforma.
Liste os canais em que você divulga. Exemplo: instagram, whatsapp, youtube.
Ao final do link, escreva ?src= e o nome do canal. Exemplo: ?src=whatsapp.
Se o link já tiver outro parâmetro, use & em vez de ?. O ponto de interrogação entra uma única vez.
Abra o link pronto no celular e confira se a página do produto carrega.
Use cada link só no seu canal. Link do Instagram não vai para o grupo do WhatsApp.
Anote os nomes numa lista, para usar sempre os mesmos.
A regra de nomes é simples: uma palavra por canal, em letras minúsculas, sem espaço e sem acento. A Hotmart aceita até 30 caracteres no código e não aceita o símbolo de sublinhado (_), reservado ao sistema.
Se quiser separar mais detalhes, a Hotmart permite o símbolo | dentro do código. Exemplo: instagram|bio e instagram|stories. Na exportação do relatório, esses dados podem ser divididos em colunas.
Atenção: escolha os nomes antes de começar e não mude depois. Se hoje é “insta” e amanhã é “instagram”, você passa a ter dois códigos para o mesmo canal.
Como ler o relatório
A central de ajuda descreve dois caminhos:
Painel: menu Vendas, depois Gestão de vendas, depois Dashboard de Origem de Vendas. Lá, abra a aba SRC.
Planilha: menu Vendas, depois Minhas vendas, depois Exportar. Escolha o modelo Detalhado, que traz a coluna Código SRC.
A central não diz se o painel aparece para todo tipo de conta. Se ele não aparecer na sua, use a planilha.
Compare os canais pelo que cada um traz, não só pelo total.
Exemplo, com números inventados: em um período, o Instagram trouxe 5 vendas com 20 postagens, e o WhatsApp trouxe 2 vendas com 4 mensagens. O Instagram rendeu 0,25 venda por postagem (5 ÷ 20). O WhatsApp rendeu 0,5 (2 ÷ 4), o dobro. Com poucas vendas, isso é um indício, não uma prova.
A central também lista origens da própria Hotmart, como Site da Hotmart e Club Sales, que é o anúncio dentro da Área de Membros. Elas não medem os seus canais, então não some essas vendas às de um canal seu.
Cuidados com dados e com o link
Cuidado: nunca ponha dado pessoal de cliente no código do link, como nome, e-mail, telefone ou CPF. O link circula, aparece em endereços e relatórios, e o código deve dizer só o canal.
Outros pontos que a central de ajuda da Hotmart destaca:
Se você usa UTM numa página de vendas própria, o cliente precisa clicar num botão que leve ao checkout (a página de pagamento) com o link oficial já carregado com o código. Só o anúncio com UTM não garante o registro.
Um link mal montado, com dois pontos de interrogação, anula o rastreio e atrapalha o caminho até a compra.
Se você vende por outra plataforma, procure na central de ajuda dela o nome e as regras do código antes de copiar o padrão da Hotmart.
Seu próximo passo
Hoje, crie só dois links, um para cada canal em que você mais divulga, e troque o link antigo nos dois lugares. Deixe rodar até acumular algumas vendas e então abra o relatório.
Para entender melhor os canais que você está comparando, o Fórmula Negócio Online, do Alex Vargas, tem módulos de marketing de conteúdo, Instagram, YouTube e funil com vendas pelo WhatsApp. É um jeito de aprofundar o canal que o relatório mostrar como melhor (link de afiliado).