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  • A IA SECRETA DA META FAZ VÍDEOS QUE VENDEM NO TIKTOK SHOP (SEM GRAVAR E SEM APARECER)

    A IA SECRETA DA META FAZ VÍDEOS QUE VENDEM NO TIKTOK SHOP (SEM GRAVAR E SEM APARECER)

    gravação):

    🎁 TREINAMENTO CÓDIGO DO PRODUTO VIRAL
    👉 https://jessicafreire.com/

    LIBERARAM a nova inteligência artificial da META 100% gratuita: sem pagar, sem colocar cartão, sem precisar de nada. Nesse vídeo eu te mostro o passo a passo completo pra criar vídeos de produto com IA pro TikTok Shop sem gravar nada, sem aparecer e sem falar outro idioma, porque a IA faz tudo por você. Você vai ver como escolher o produto certo no Kalodata, por que o meu foco é vender na EUROPA, como gerar a imagem da modelo com o produto, como transformar em vídeo com movimentos naturais e como postar com o seu link de afiliado. A ferramenta e o vídeo das contas do Google estão no comentário fixado.

    📌 TODOS OS LINKS NO PRIMEIRO COMENTÁRIO FIXADO!

    ⏱️ TIMESTAMPS (confirmar no player):

    0:00 Liberaram a IA da Meta (meus resultados)
    1:00 O que é o TikTok Shop
    2:00 A ferramenta liberada (como entrar)
    3:00 Escolhendo o produto no Kalodata (foco na Europa)
    4:30 Gerando a imagem da modelo com o produto
    6:00 Gerando o vídeo (a modelo se movimenta sozinha)

    📱 ME SIGA:
    📸 Instagram: @jessicafreireff
    🎵 TikTok: @jefreire_

    🎥 Vídeo do canal Jessica Freire

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  • Como testar três tipos de vídeo em uma semana: caso do Nilton

    Como testar três tipos de vídeo em uma semana: caso do Nilton

    Nilton, de 47 anos, posta vídeo quando lembra. Um dia fala para a câmera, no outro mostra uma foto com música, e não sabe qual dos dois o público prefere.

    Sem um teste, ele decide pelo palpite e muda de formato a cada semana. A saída é simples: três formatos, um por dia, no mesmo horário e sobre o mesmo tema, com os números anotados dois dias depois de cada vídeo.

    Nilton é um personagem de exemplo, e todos os números abaixo também são de exemplo. Servem para mostrar o método, não para prever o seu resultado.

    O ponto de partida

    Nilton tem um perfil no Instagram com dicas de organização do dinheiro de casa. Posta de duas a três vezes por semana, sem plano, em horários diferentes.

    A dúvida dele é simples: “Qual tipo de vídeo as pessoas assistem e guardam mais?” Sem comparar em condições parecidas, ele não tem como responder.

    O plano de teste

    A regra do teste é mudar uma coisa só: o formato. Por isso, os três vídeos têm cerca de 30 segundos e falam das contas do mês, com uma dica diferente em cada um.

    Nilton escolheu três formatos e marcou as postagens para as 19h, de segunda a quarta:

    Dia Formato Como é
    Segunda Falando para a câmera Ele mesmo conta a dica
    Terça Texto na tela Três frases curtas com fotos e música, sem a voz dele
    Quarta Bastidores Ele mostra o caderninho de contas da casa

    O vídeo de terça não mostra o rosto dele. Se você também prefere ficar fora da câmera, a IA Academy, do Igor Henrique, ensina oito formatos de vídeo com IA, cada um com o seu prompt (o comando que você escreve para a IA). A página do curso diz que ele é para quem não sabe nada de IA e não quer aparecer. (link de afiliado)

    Antes de postar, ele anotou no caderno o que ia olhar: visualizações, curtidas, comentários, salvamentos (quem guardou o vídeo para ver depois) e compartilhamentos.

    Homem na varanda de casa anotando com caneta num caderno, com o celular virado para baixo ao lado

    No Instagram, esses números ficam nos insights, as estatísticas de cada publicação. Para vê-los, é preciso ter conta profissional, então quem usa conta pessoal precisa mudar o tipo de conta antes do teste. Em outra rede, procure as estatísticas do perfil e anote sempre os mesmos números.

    Os números de exemplo

    Nilton anotou os números dois dias depois de cada postagem, para todos os vídeos terem o mesmo tempo no ar. Depois, somou curtidas, comentários, salvamentos e compartilhamentos e dividiu pelas visualizações.

    O resultado é a taxa de interação: quantas reações o vídeo recebeu a cada 100 visualizações.

    Formato Visualizações Interações somadas Taxa de interação
    Falando para a câmera 410 30 7,3%
    Texto na tela 650 66 10,2%
    Bastidores 180 11 6,1%

    Exemplo da conta de terça: 21 curtidas, 2 comentários, 31 salvamentos e 12 compartilhamentos somam 66. Dividindo 66 por 650 visualizações, dá 10,2%.

    Nos salvamentos, a diferença foi maior: 31 na terça, 6 na segunda e 2 na quarta.

    O que deu errado: na quarta, Nilton esqueceu o vídeo e só publicou às 21h40. Com isso, o horário também mudou, e o teste deixou de comparar apenas o formato.

    O que ele concluiu e o que não concluiu

    Nilton concluiu pouco, e isso foi certo. Nessa semana, o texto na tela teve a maior taxa e o maior número de salvamentos, o que sugere que a dica serviu de consulta. Isso vale como pista, não como regra.

    Ele não concluiu que bastidores não funcionam. Esse foi o vídeo do atraso, e o horário pode ter pesado nos números.

    Atenção: três vídeos não provam nada, porque um deles pode ir melhor pelo dia da semana ou por sorte. Repita o teste antes de mudar o seu jeito de postar.

    Por isso, ele vai repetir o teste na semana seguinte, com outro tema e os formatos em outra ordem. Só então vai comparar as duas semanas.

    Seu próximo passo

    Hoje, abra o caderno e monte o seu teste:

    1. Escolha três formatos que você consegue gravar com o celular.
    2. Defina um tema, um horário e três dias seguidos.
    3. Confira se o seu perfil mostra as estatísticas de cada vídeo.
    4. Poste um vídeo por dia e anote os números dois dias depois de cada postagem.
    5. Se algo sair do plano, escreva o que aconteceu ao lado do número.
    6. Repita na semana seguinte, em outra ordem, antes de decidir.

    Para manter a constância depois do teste, a IA Academy ensina uma rotina diária curta de postagem, e a página do curso fala em cerca de 30 minutos. Há garantia de 7 dias, sem precisar justificar. (link de afiliado)

  • (vendendo) Minha Loja Virtual de Afiliado Shopee Mercado Livre Amazon e Aliexpress

    (vendendo) Minha Loja Virtual de Afiliado Shopee Mercado Livre Amazon e Aliexpress

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    (vendendo) Minha Loja Virtual de Afiliado Shopee Mercado Livre Amazon e Aliexpress
    Minha Loja Virtual de Afiliado: Shopee, Mercado Livre, Amazon e AliExpress

    Neste vídeo, vou mostrar como funciona minha loja virtual de afiliados, utilizando grandes marketplaces como Shopee, Mercado Livre, Amazon e AliExpress para divulgar produtos e ganhar comissões pelas vendas realizadas.

    Você vai entender como funciona esse modelo de negócio, como estruturar uma loja virtual para divulgar produtos de diferentes plataformas e como utilizar a internet para criar uma fonte de renda trabalhando de casa.

    📌 O que você vai aprender neste vídeo:

    Como funciona uma loja virtual de afiliados;

    Como trabalhar com programas de afiliados da Shopee, Mercado Livre, Amazon e AliExpress;

    Como divulgar produtos e gerar vendas pela internet;

    Como organizar uma estrutura para trabalhar como afiliado;

    Como começar no mercado digital sem precisar ter estoque próprio.

    Uma das vantagens desse modelo é que você não precisa comprar os produtos antecipadamente, armazenar mercadorias ou cuidar da entrega. Seu trabalho é divulgar os produtos por meio dos links de afiliado e receber comissões conforme as regras de cada programa.

    Importante: trabalhar como afiliado não é dinheiro fácil. Os resultados dependem de fatores como estratégia, divulgação, escolha dos produtos e dedicação. Não existe garantia de ganhos.

    Se você quer aprender mais sobre vendas pela internet, marketing digital, marketplaces e formas de trabalhar em casa, inscreva-se no canal e acompanhe os próximos vídeos!
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    Nota: As minhas vendas não vem somente da loja (print na capa) mas sim de várias formas que divulgo no dia a dia, principlamente este canal, meu canal lucadan,blog etc.Os resultados variam de pessoa para pessoa,isso não se trata de ganhar dinheiro fácil e sem fazer nada!
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    Playlist sobre Mercado Livre:https://www.youtube.com/watch?v=VkOYIyh0wXk&list=PLbhps4l7CtY2cNyoMN_UqkGMknxiOiHtR

    Playlist sobre loja virtual:https://www.youtube.com/watch?v=3OWAsHgwpw4&list=PLbhps4l7CtY2RpxgII8rsimPEvD5cG5Vd

    🎥 Vídeo do canal Rodrigo Vitorino – Sua Meta Soluções Online

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  • ATUALIZADO: Novo jeito de fazer MOTION CONTROL pra TIKTOK SHOP (copie e cole)

    ATUALIZADO: Novo jeito de fazer MOTION CONTROL pra TIKTOK SHOP (copie e cole)

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    Aprenda a fazer MOTION CONTROL pra TIKTOK SHOP usando o AU4, a nova IA que clona movimentos de forma automática e realista. Nesse vídeo eu mostro o passo a passo completo pra transformar qualquer vídeo de referência em conteúdo pronto pra viralizar, aplicando a técnica de motion control direto nos seus criativos de dropshipping e e-commerce. Se você trabalha com TikTok Shop e quer escalar a produção de vídeos sem gravar do zero toda hora, essa é a ferramenta que vai mudar seu processo.

    O AU4 está sendo apontado como uma das IAs mais avançadas pra clonagem de movimento no mercado, e nesse tutorial eu ensino como usar essa tecnologia antes que ela fique restrita ou mais cara. Ideal pra quem cria conteúdo com IA, testa produtos no TikTok Shop ou quer economizar tempo na edição de vídeos. Se inscreve no canal pra não perder os próximos vídeos sobre motion control, IA generativa e estratégias de dropshipping.

    🎥 Vídeo do canal Bruno Baker

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  • Como pedir ao ChatGPT para revisar seu texto de venda

    Como pedir ao ChatGPT para revisar seu texto de venda

    Você escreveu o texto de venda, leu três vezes e ainda acha que tem algo errado. Talvez uma promessa forte demais, talvez uma frase que só você entende. Mas não tem quem leia por você.

    Aí você cola tudo no ChatGPT, pede “melhore este texto” e recebe de volta algo que soa como qualquer outro anúncio. A sua voz some e o exagero continua lá, só mais bem escrito.

    A saída é usar a IA como revisora, não como autora. Você pede uma checagem de cada vez, e ela só aponta. Quem decide o que muda é você. Este caminho serve para quem já escreve os próprios textos; se você ainda não tem nenhum, escreva um rascunho antes.

    O que pedir e o que não pedir

    O pedido que dá errado é o genérico: “melhore”, “deixe mais persuasivo”, “reescreva”. Com ele, a IA troca suas palavras pelas dela e mexe em tudo ao mesmo tempo. Você perde o controle do que mudou.

    O pedido que funciona tem três partes:

    • Papel: diga que ela é revisora, não autora.
    • Um problema só: promessa, clareza ou tamanho. Nunca os três juntos.
    • Formato da resposta: uma lista com o trecho original e o motivo, sem reescrever.

    Assim a resposta vira uma lista de pontos para você avaliar, e o texto continua sendo seu.

    Se o texto é de uma loja própria, a página inteira pesa na venda, não só as frases. O Método Euro Drop, do Rapha Mancini, ensina essa página e a copy (o texto que vende) numa fase própria. É um curso de loja sem estoque para clientes de fora do Brasil. Vender a outro país tem regras de importação e de impostos para conferir antes (link de afiliado).

    Três pedidos prontos

    Copie, troque o que está entre colchetes e cole o seu texto logo abaixo. Use um pedido por vez.

    1. Promessas: “Atue como revisora de textos de venda. Leia o texto abaixo e liste só as frases que prometem resultado, prazo ou ganho. Para cada uma, cite o trecho e explique em uma linha por que pode ser exagero. Não reescreva nada.”
    2. Clareza: “Atue como revisora. O leitor é [iniciante, sem conhecer o assunto]. Liste os termos técnicos ou confusos do texto abaixo, com o trecho em que aparecem. Só aponte. Não reescreva.”
    3. Tamanho: “Atue como revisora. Liste as frases longas demais para ler no celular e os parágrafos com mais de três frases. Para cada item, diga onde dá para cortar ou dividir. Não reescreva.”

    Repare no fim de cada pedido: “não reescreva”. É ele que protege a sua voz.

    Como aplicar a resposta

    A IA devolve uma lista. Trate cada item como sugestão de uma colega, não como ordem.

    1. Salve uma cópia do texto original antes de mexer em qualquer coisa.
    2. Leia o primeiro item e volte ao trecho no seu texto.
    3. Pergunte: isso é verdade e eu consigo provar? Se a frase promete algo que você não controla, corte ou suavize.
    4. Se concordar, edite você mesmo, com as suas palavras. Se discordar, ignore.
    5. Repita com os itens seguintes e só depois rode o próximo pedido.
    Mulher marcando com caneta um texto impresso ao lado do celular

    Exemplo: a IA aponta “garanto resultado na primeira semana”. Você não controla o resultado do cliente, então troca por “na primeira semana, você monta o seu primeiro teste”, ou apaga a frase. Nos dois casos, a decisão foi sua.

    Dica: se a lista vier longa, resolva só os três itens mais graves e rode o mesmo pedido de novo. Corrigir tudo de uma vez deixa o texto com cara de remendo.

    Limites

    A IA erra. Ela pode apontar como problema uma frase que está ótima e deixar passar uma que está ruim. Pode também inventar um motivo que parece certo.

    Ela também não conhece com segurança a política da rede onde você vai publicar. Regras de anúncio e de programas de afiliados mudam, e quem confere é você, na página oficial da rede.

    Atenção: nunca cole senhas nem dados de clientes no ChatGPT. Nos planos pessoais, como o gratuito, a OpenAI pode usar o que você escreve para treinar os modelos, a não ser que você desligue essa opção.

    Para desligar pelo celular, abra o menu lateral, toque no ícone do seu perfil, entre em Controles de dados e desative “Melhorar o modelo para todos”. A outra saída é o chat temporário: segundo a OpenAI, essas conversas não ficam no histórico e não treinam os modelos.

    Os nomes de menu e as regras podem mudar. Confira na central de ajuda da OpenAI.

    Seu próximo passo

    Abra um texto de venda seu, o mais recente. Copie o primeiro pedido, o das promessas, e cole o texto abaixo dele. Leia a lista e corrija só uma frase hoje.

    Revisar mostra o que está fraco; escrever melhor vem de estudo. O Fórmula Negócio Online, do Alex Vargas, traz entre os bônus o COPY Expert, sobre copywriting (a técnica de escrever para vender). O curso tem também módulos de funil e marketing de conteúdo, em videoaulas com garantia de 7 dias (link de afiliado).

  • Como Criar um FUNIL DE VENDAS GRÁTIS com ChatGPT em 2026

    Como Criar um FUNIL DE VENDAS GRÁTIS com ChatGPT em 2026

    🚀 CRIE SEU FUNIL DE VENDAS GRÁTIS COM O CHATGPT!

    ✅ SYSTEME.IO — Crie sua conta gratuitamente e comece seu funil de vendas:
    👉 https://amoyr.link/systeme

    📧 HOSTINGER — Contrate seu e-mail profissional para utilizar no seu negócio:
    👉 https://www.hostg.xyz/aff_c?offer_id=1210&aff_id=4035

    Aprenda como criar um FUNIL DE VENDAS GRÁTIS com ChatGPT em 2026, sem precisar programar ou configurar tudo manualmente!

    Neste tutorial, vou mostrar como integrar o ChatGPT com a Systeme.io, uma plataforma de e-mail marketing e automação que permite criar páginas de captura, funis de vendas e campanhas automatizadas.

    E o melhor: você pode começar utilizando o plano gratuito da Systeme.io!

    🔥 O QUE VOCÊ VAI APRENDER:

    ✅ Como criar sua conta gratuita na Systeme.io
    ✅ Como conectar a Systeme.io ao ChatGPT
    ✅ Como criar um funil de vendas com inteligência artificial
    ✅ Como gerar uma página de captura de leads
    ✅ Como criar uma página de obrigado
    ✅ Como configurar campanhas de e-mail marketing
    ✅ Como criar sequências automatizadas de e-mails
    ✅ Como utilizar um e-mail profissional da Hostinger
    ✅ Como visualizar e testar a estrutura do seu funil
    ✅ Como fazer tudo isso sem precisar programar

    💡 PARA QUEM É ESSE TUTORIAL?

    Se você trabalha com marketing digital, vende produtos digitais, é afiliado, presta serviços ou quer começar a captar clientes pela internet, este vídeo vai mostrar como a inteligência artificial pode facilitar seu trabalho.

    Com o ChatGPT e a Systeme.io, você pode montar uma estrutura de captura de contatos e automação de e-mails sem precisar criar cada elemento manualmente.

    🔗 FERRAMENTAS UTILIZADAS:

    🚀 Systeme.io — Plataforma de funis de vendas e e-mail marketing:
    https://amoyr.link/systeme

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    https://www.hostg.xyz/aff_c?offer_id=1210&aff_id=4035

    ⚠️ IMPORTANTE: A Systeme.io oferece um plano gratuito com limites de utilização. O e-mail profissional da Hostinger é um serviço pago e opcional. Alguns recursos de integração do ChatGPT podem depender do plano disponível na sua conta.

    📩 MINHA NEWSLETTER GRATUITA:

    Receba novidades sobre inteligência artificial, marketing digital, ferramentas online e oportunidades de renda extra:
    https://leonardoamoyr.substack.com

    👍 Gostou do vídeo? Deixe seu like, inscreva-se no canal e compartilhe com quem quer aprender a automatizar seu negócio usando inteligência artificial!

    📢 Transparência: alguns links desta descrição são de afiliado. Posso receber comissões por contratações realizadas por meio deles, sem custo adicional para você.

    #ChatGPT #FunilDeVendas #SystemeIO

    🎥 Vídeo do canal Leonardo Amoyr

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  • Imagem feita por IA: o que conferir antes de usar e vender

    Imagem feita por IA: o que conferir antes de usar e vender

    O cliente olha a arte pronta e pergunta: “essa imagem é minha mesmo?”. Você fez o cartaz, o post ou o logotipo com um gerador de imagens e não sabe o que responder.

    Resposta curta: depende dos termos da ferramenta e do plano em que você estava. Se disser “pode usar” sem conferir, você corre o risco de vender uma arte que depois seja barrada.

    Antes de responder, confira o uso comercial, o plano e as restrições nos termos. Depois, combine por escrito o que o cliente pode fazer com a arte. Isto não é consultoria jurídica: em caso grave, fale com um advogado.

    A pergunta do cliente: a imagem é minha?

    Na prática, são duas perguntas. A primeira é o que a ferramenta deixa você fazer com a imagem. A segunda é se a imagem tem proteção de direito autoral, ou seja, se alguém é “dono” dela perante a lei.

    A primeira está nos termos de uso, e você confere hoje. Eles funcionam como um contrato de aluguel: você mora na casa, mas é o contrato que diz se pode reformar ou sublocar.

    A segunda ainda não tem resposta fechada no Brasil. A Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/1998) diz, no artigo 11, que autor é “a pessoa física criadora” da obra. O texto da lei não trata de imagem gerada por IA.

    Nos Estados Unidos, o Escritório de Direitos Autorais já se posicionou. Para ele, o resultado da IA só tem proteção quando uma pessoa define elementos expressivos suficientes. Escrever o prompt (o texto que você digita para pedir a imagem) não basta, mas arranjos ou modificações criativas feitas por uma pessoa podem ser protegidos.

    Essa posição não é lei no Brasil, mas ajuda a entender o risco. Seu trabalho de ajustar e compor a arte pode pesar a seu favor, sem garantia. Por isso, não prometa ao cliente “exclusividade garantida”.

    Se você quer levar a IA da imagem para o vídeo curto, a Comunidade VSA, do Bruno Reis, ensina a vender no TikTok Shop com IA. O curso passa por nichos, produtos e vídeos com IA realista, e a conferência de termos vale igual para a ferramenta de vídeo (link de afiliado).

    O que conferir nos termos da ferramenta

    Abra a página de termos de uso (em geral, no rodapé do site) e procure estes pontos. Muitos termos estão em inglês, então busque na página por “commercial” (comercial), “ownership” (propriedade) e “output” (resultado).

    • Uso comercial: o texto diz que você pode usar o resultado em trabalho pago?
    • Plano grátis ou pago: a regra muda conforme o plano? Os termos do Midjourney, por exemplo, exigem plano Pro ou Mega para que empresas acima de certo faturamento sejam donas das imagens. Anote em qual plano você estava no dia em que gerou a arte.
    • Crédito exigido: a ferramenta pede que você cite o nome dela ou marque a imagem?
    • Restrições: há lista de usos proibidos, como imitar terceiros, ou limite para empresas maiores?
    • Imagem repetida: o texto avisa que outra pessoa pode receber um resultado igual ou parecido?

    Veja como isso aparece na prática. Os termos do Image Creator, da Microsoft, dizem que a empresa não reivindica a propriedade do que você cria. Dizem também que o serviço pode gerar conteúdo igual ou parecido para outros usuários e que a Microsoft não garante que a criação respeite direitos de terceiros.

    Esses mesmos termos dizem que o serviço foi feito para fins de entretenimento. Repare: não reivindicar a propriedade é diferente de autorizar a venda. Se o texto não falar claramente em uso comercial, pergunte ao suporte ou use uma ferramenta que fale.

    Os termos mudam. Por isso, guarde uma captura de tela ou o PDF da página no dia em que entregar o trabalho.

    O que não fazer

    Mesmo com uso comercial liberado, a ferramenta não autoriza tudo. Ela libera o que é dela, e não o que é de outra pessoa.

    • Imitar artista vivo: não peça “no estilo de” um ilustrador conhecido para entregar a um cliente. Se o resultado copiar uma obra dele, o artigo 29 da lei pede “autorização prévia e expressa do autor”.
    • Usar pessoa real: nada de rosto de famoso, de ex-cliente ou de conhecido sem autorização. Pelo artigo 20 do Código Civil, a pessoa pode proibir o uso comercial da própria imagem e pedir indenização.
    • Usar marca: deixe de fora logotipo, personagem ou produto de terceiros.

    Cuidado: se a imagem gerada lembra um personagem, uma marca ou uma pessoa real, não entregue. A ferramenta pode ter deixado você gerar, mas quem responde ao cliente é você.

    Como combinar com o cliente

    Deixe por escrito, no orçamento ou numa mensagem de WhatsApp. Avisar antes evita o susto depois.

    Frase-modelo, que você adapta:

    “A arte foi criada com apoio de inteligência artificial e finalizada por mim. Você pode usá-la na divulgação do seu negócio. Outra pessoa pode receber uma imagem parecida da ferramenta, e a arte não deve ser usada como marca registrada sem nova conversa.”

    Depois da frase, combine três coisas:

    1. Onde a arte pode ser usada: redes sociais, impressos, site.
    2. Se o cliente pode editar ou revender a arte.
    3. Quem guarda o arquivo original e o histórico do pedido.

    Se o cliente quer registrar a arte como logotipo, a conversa é outra. Nesse caso, indique um advogado ou o INPI (o órgão que cuida do registro de marcas).

    Designer e cliente conversam diante de um cartaz impresso sobre o balcão de uma gráfica pequena.

    Seu próximo passo

    Hoje, abra os termos de uso da ferramenta que você usa e anote três pontos: o que diz sobre uso comercial, se o plano muda a regra e quais usos são proibidos. Salve a página e cole a frase-modelo no seu orçamento.

  • Como pagar a guia do MEI pelo celular e não atrasar

    Como pagar a guia do MEI pelo celular e não atrasar

    O mês passou, você vendeu seu serviço e, lá pelo dia 25, lembrou: a guia do MEI venceu. Agora bate o medo de ter criado uma dívida que só cresce.

    A saída é simples. Você gera a guia pelo celular, paga por PIX e deixa um lembrete fixo no calendário. Se já atrasou, também dá para acertar, e mostro como.

    Este caminho serve para quem já abriu o MEI e tem o CNPJ (o número da sua empresa) em mãos.

    O que é a guia mensal do MEI

    A guia se chama DAS. É o boleto em que o MEI paga os impostos e a contribuição para o INSS (a Previdência, que garante benefícios como auxílio-doença e aposentadoria). Segundo o portal do governo, o valor é fixo e não depende de quanto você vendeu, desde que fique dentro do limite anual de faturamento.

    O vencimento é todo dia 20, sempre referente ao mês anterior: a guia de janeiro vence em 20 de fevereiro. Pense nela como a conta de luz: chega todo mês, mesmo no mês em que você não vendeu nada.

    Se o dia 20 cair em fim de semana ou feriado, o prazo passa para o dia útil seguinte, segundo o INSS.

    Como a guia vem todo mês, ajuda ter clientes chegando com mais regularidade. Se eles encontram seu serviço pelo Instagram e pelo WhatsApp, o Fórmula Negócio Online, do Alex Vargas, ensina conteúdo, Instagram e vendas pelo WhatsApp. São videoaulas com garantia de 7 dias (link de afiliado).

    Passo a passo para gerar a guia

    Você pode usar o aplicativo oficial ou o navegador do celular. O app pede a conta gov.br (o login único dos serviços do governo). Pelo navegador, basta o CNPJ. Os nomes dos botões podem mudar um pouco com o tempo.

    Pelo app MEI

    1. Baixe o aplicativo MEI, gratuito, na loja do seu celular.
    2. Entre com a conta gov.br ligada ao seu CNPJ.
    3. Toque em “Emitir DAS”.
    4. Escolha o ano e o mês da guia.
    5. Gere a guia e pague pelo QR Code do PIX ou pelo código de barras.

    Pelo navegador do celular

    1. Abra a área Já sou MEI do Portal do Empreendedor.
    2. Entre em “Pagamento de contribuição mensal” e depois em “Boleto de pagamento”.
    3. Informe o CNPJ e os caracteres de segurança que aparecem na tela.
    4. Toque em “Emitir Guia de Pagamento (DAS)”.
    5. Escolha o ano e o mês e toque em “Apurar/Gerar DAS”.

    Cuidado: a Receita alerta para sites falsos que aparecem na busca. O endereço do sistema da guia deve conter receita.fazenda.gov.br, e boleto que chega por mensagem sem você pedir pode ser golpe.

    Formas de pagar

    • PIX: a guia traz um QR Code. Leia o código no app do seu banco e confira a tela antes de confirmar: a Receita informa que o destino deve ser o CNPJ 00.394.460/0058-87.
    • Código de barras: cole ou digite o código no app ou no site do banco. Com a guia impressa, dá para pagar em agência bancária ou lotérica.
    • Cartão de crédito: a Receita oferece essa opção em “Pagar Online”. Veja na tela as condições antes de confirmar.
    • Débito automático: o valor sai da conta todo mês.
    Cabeleireira lê com o celular o QR Code de uma guia impressa sobre o balcão do salão.

    O débito automático se ativa no Portal do Empreendedor. Se você ativar até o dia 10, ele já cobra a guia que vence no dia 20 daquele mês. Confira lá se o seu banco participa.

    Mesmo assim, deixe saldo na conta e confirme uma vez por mês que o pagamento saiu.

    Se você atrasou

    Não use a guia vencida. Gere uma nova pelos mesmos caminhos acima, escolhendo o mês atrasado. O sistema recalcula o valor e a nova guia já vem com multa e juros.

    Segundo o INSS, a multa é de 0,33% por dia de atraso, limitada a 20%, e os juros seguem a taxa Selic (a taxa básica de juros do país). Exemplo: numa guia de R$ 100, valor redondo só para a conta, 10 dias de atraso dão R$ 3,30 de multa, mais os juros.

    Se a dívida ficou pesada, o portal tem a área “Pagamento de contribuição mensal e parcelamentos”, onde você vê as condições atuais para dividir o valor.

    Se a guia não abrir, confira a declaração anual do MEI (DASN-Simei): sem ela entregue, o sistema não gera o DAS.

    Atenção: deixar de pagar pode levar ao cancelamento automático do MEI e comprometer seus benefícios do INSS.

    Seu próximo passo

    Hoje, abra o calendário do celular e crie um evento repetido todo mês, no dia 15, com o texto “Gerar e pagar o DAS do MEI”. O aviso cinco dias antes do vencimento deixa folga para resolver qualquer imprevisto.

    Depois, veja se a guia que vence neste mês já foi paga. Se não foi, gere e pague na hora.

    Com a guia em dia, sobra atenção para o que traz cliente. O Fórmula Negócio Online, do Alex Vargas, reúne aulas de nicho, conteúdo e funil, para quem prefere seguir um roteiro do zero em vez de montar tudo sozinho (link de afiliado).

  • Produto barato ou caro: qual divulgar primeiro como afiliado

    Produto barato ou caro: qual divulgar primeiro como afiliado

    Você divulgou um produto, não vendeu, e agora pensa em trocar por um mais barato. Ou em ficar no caro, porque a comissão de cada venda é maior.

    Se trocar no impulso, você recomeça do zero sem saber o que falhou.

    A resposta curta: com público pequeno e pouco tempo, comece pelo barato. Com conteúdo que explica bastante e paciência para esperar, siga no caro. A conta abaixo mostra como confirmar isso com o seu produto.

    Este texto serve a quem já tentou uma vez. Se você ainda não escolheu a plataforma, comece por ela e volte aqui depois.

    A conta de exemplo dos dois casos

    Os números abaixo são inventados, só para mostrar a lógica. Os seus vão aparecer na página do produto, porque cada produtor define o preço e a porcentagem de comissão.

    Exemplo: o produto A custa R$ 47 e paga 50% de comissão. O produto B custa R$ 497 e paga 40%.

    Produto A (barato) Produto B (caro)
    Comissão por venda R$ 23,50 R$ 198,80
    Vendas para chegar a cerca de R$ 400 17 vendas (R$ 399,50) 2 vendas (R$ 397,60)
    Se 1 compra for reembolsada perde R$ 23,50 perde R$ 198,80

    Agora uma segunda parte do exemplo: suponha que 2% de quem clica no seu link compre o barato e 0,5% compre o caro. Para 17 vendas do A, seriam 850 visitantes. Para 2 vendas do B, seriam 400.

    Essas taxas também são inventadas. O caro pede menos vendas, mas cada venda é mais difícil de conseguir, e a taxa real do seu link você só descobre testando.

    Homem de cabelo grisalho usa uma calculadora simples e segura um lápis sobre uma folha rabiscada, na varanda de casa.

    Há ainda um terceiro caminho: o produto de assinatura, em que a comissão se repete a cada mês em que o cliente continua pagando. O Primeira Assinatura em 24H, do Caio Martins, ensina esse modelo e traz uma lista de produtos de assinatura para se afiliar. Você pode fazer a mesma conta da tabela com eles (link de afiliado).

    O que muda na decisão de quem compra

    A conta mostra o seu lado. O comprador pensa diferente, e é isso que decide se o link vira venda:

    • Confiança: pagar R$ 47 a quem você nunca viu é um risco pequeno. Pagar R$ 497 exige que a pessoa confie em você e no produtor.
    • Tempo de decisão: o barato costuma ser decidido na hora. O caro costuma ser pensado por dias, comparado e conversado com a família.
    • Objeções: no barato a dúvida é “será que presta?”. No caro vêm também “será que cabe no meu bolso?” e “será que eu consigo aplicar?”.

    Essa é uma leitura de bom senso, não uma estatística. Teste com o seu público antes de apostar nela.

    O que muda para você

    No produto caro, o esforço por venda é maior. Você precisa explicar mais, responder dúvidas e esperar o comprador amadurecer.

    No barato, o esforço por venda é menor, mas você precisa de mais gente vendo o seu link. Se o seu público é pequeno, o volume pode não chegar.

    A garantia é o prazo em que o comprador pode pedir o dinheiro de volta. Na Hotmart, o produtor escolhe 7, 15, 21 ou 30 dias. Na Kiwify, o direito de reembolso é de 7 dias, e o produtor pode dar um prazo maior em acordo direto com o aluno.

    Se o reembolso sai, a comissão vai junto. O blog da Hotmart diz que todos os valores são devolvidos, incluindo a comissão do afiliado. A central de ajuda da Kiwify diz que a parte do afiliado é descontada do saldo a liberar.

    O prazo para sacar também varia. Na central de ajuda da Hotmart, a comissão em Real fica disponível 30 dias corridos após a venda no cartão e 2 dias corridos no PIX ou boleto.

    Na central de ajuda da Kiwify, vendas no cartão são liberadas em 15 dias corridos e, para afiliado, PIX e boleto em 7 dias. Esses prazos podem mudar, então confira nessas páginas antes de contar com o dinheiro.

    Atenção: no PIX, a comissão pode ficar disponível antes de a garantia acabar, e o comprador ainda pode pedir reembolso. Em produto caro, só conte com esse dinheiro depois que o prazo terminar.

    No caro, pergunte-se se você aguenta esperar. A venda pode demorar, e o dinheiro, mais ainda.

    Qual escolher por perfil

    • Se você tem público pequeno e pouco tempo: escolha o barato. Decisão rápida combina com quem não consegue conversar com cada interessado.
    • Se você tem conteúdo que explica bastante (vídeos, textos, uma lista de contatos que acompanha você): escolha o caro. É esse conteúdo que cria a confiança que o preço alto pede.
    • Se você já falhou com o caro e não sabe por quê: teste o barato por algumas semanas. Uma venda pequena ajuda a mostrar se o problema era o produto, o público ou a forma de divulgar.
    • Se você tem tempo para conversar com cada interessado e pode esperar: escolha o caro, sabendo que o retorno vem devagar.

    Quem quer montar esse conteúdo do zero pode usar o Fórmula Negócio Online, do Alex Vargas. Ele ensina afiliado como modelo principal, marketing de conteúdo e funil (o caminho que leva a pessoa do primeiro contato até a compra), e tem garantia de 7 dias (link de afiliado).

    Seu próximo passo

    Abra agora a página do produto que você olha hoje. Anote o preço, a porcentagem de comissão e o prazo de garantia.

    Faça a conta da tabela: comissão por venda, quantas vendas para chegar a uma meta pequena e quanto você perde em um reembolso.

    Se a conta só fecha com um volume de visitantes que você não tem, mude para o mais barato. Se fecha com poucas vendas e você tem conteúdo para sustentá-las, siga no caro.

  • Como criar um blog gratuito para publicar seu primeiro post

    Como criar um blog gratuito para publicar seu primeiro post

    Você quer escrever sobre o que sabe, como receitas e produtos de cozinha, mas ouviu que blog exige programar e pagar hospedagem (o aluguel do espaço onde um site fica guardado). Não exige: o Blogger é gratuito e dispensa programação.

    Com esse medo, a ideia fica parada e você nunca descobre se gosta de escrever.

    Aqui você cria o blog, escreve a primeira postagem e publica. Um blog gratuito serve para testar a ideia antes de investir. Este caminho não serve se você já quer um endereço próprio desde o primeiro dia.

    Qual plataforma gratuita usar

    Para quem está começando, o Blogger é o caminho mais direto: é do Google, é grátis e você entra com a mesma conta do Gmail. O WordPress.com também tem plano gratuito, com os limites abaixo.

    Plataforma Limites do uso gratuito
    Blogger O endereço termina em blogspot.com. As imagens enviadas podem ser compactadas.
    WordPress.com O endereço termina em wordpress.com. São 1 GB para fotos e arquivos, com anúncios do WordPress.com para os visitantes. Não dá para instalar plugins (programas que acrescentam funções ao site).

    Os planos mudam. Confira os limites atuais na página de planos do WordPress.com.

    Daqui em diante, o passo a passo usa o Blogger, porque basta uma conta Google.

    Se ainda não decidiu o assunto do blog, o Fórmula Negócio Online, do Alex Vargas, ensina a definir seu nicho, o assunto específico em que você vai focar. Ele também tem videoaulas de marketing de conteúdo, que é publicar o que ajuda o seu público (link de afiliado).

    Criar o blog em passos

    Você só precisa de uma conta Google e do navegador do celular ou do computador. A ajuda do app Blogger para Android não inclui a criação do blog, então faça isto pelo site.

    1. Entre em blogger.com e faça login com sua conta Google.
    2. À esquerda, toque na seta para baixo.
    3. Toque em Novo blog.
    4. Digite um nome para o blog, por exemplo “Receitas da Sandra”.
    5. Toque em Próxima.
    6. Escolha o endereço (URL), que é o que a pessoa digita para chegar ao blog.
    7. Toque em Salvar.

    Se é seu primeiro blog e a seta não aparecer, abra blogger.com/about e toque em Criar um blog.

    Esses nomes de botão vêm da central de ajuda do Blogger. Se a tela estiver um pouco diferente, procure o botão com o mesmo sentido.

    Publicar a primeira postagem

    Postagem, ou post, é cada texto do blog. É assim que o Blogger chama, e é esse o botão que você vai usar.

    1. No Blogger, toque em Nova postagem.
    2. Escreva o título. Exemplo: “Como fazer arroz soltinho na panela comum”.
    3. Escreva o texto com suas palavras. Dois ou três parágrafos curtos já bastam.
    4. Toque em Visualizar para ver como a postagem vai aparecer.
    5. Toque em Publicar.
    Senhora escrevendo à mão num caderno, na mesa da cozinha, com uma panela de arroz ao lado

    Se quiser terminar depois, toque em Salvar: a postagem fica guardada sem ir ao ar. Depois de publicar, digite o endereço do blog no navegador e confira se ela apareceu.

    Agora que o blog existe, o app Blogger para Android também cria e publica postagens. Tema, layout e configurações continuam só no site.

    Cuidado: a ajuda do Blogger proíbe adicionar material protegido por direitos autorais sem autorização. Use suas palavras e fotos tiradas por você.

    Limites de um blog gratuito

    O blog gratuito é um teste. A primeira mudança costuma vir quando você quer um endereço seu, o domínio (como receitasdasandra.com.br), que é pago.

    No Blogger, você registra o domínio numa empresa e aponta o blog para ele com um registro CNAME. Esse registro funciona como uma placa na estrada: leva quem digita o domínio até o seu blog, que continua no Blogger.

    Atenção: a ajuda do Blogger avisa que os ajustes no domínio podem levar até 48 horas, e o redirecionamento do endereço blogspot.com, até 24 horas. Faça a troca com folga antes de divulgar o endereço novo.

    Sobre links de afiliado (links com seu código, que geram comissão quando alguém compra), a Política de Conteúdo do Blogger não traz regra específica. Ela proíbe spam, o que inclui conteúdo comercial ou promocional indesejado, e conteúdo enganoso, como avaliações falsas.

    Na prática, publique conteúdo útil, só avalie produto que você usou e, se indicar algo, avise que é link de afiliado. A política pode mudar, então confira o texto atual em blogger.com/content.g antes de colocar links no blog.

    Seu próximo passo

    Hoje, escolha o tema da primeira postagem. Pegue uma receita que você já faz e que alguém da família sempre pede, e anote o título em uma frase. Depois publique com Nova postagem.

    Quando publicar virar rotina, o Fórmula Negócio Online mostra como ligar as peças no módulo de funil, o caminho do visitante até a compra. Ele inclui site em ferramenta gratuita e sequência de e-mails, e o curso tem garantia de 7 dias (link de afiliado).