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A Cakto Internacional chegou para facilitar o recebimento de pagamentos globais. Veja como expandir seu negócio para fora.
A plataforma Cakto Internacional abre suas portas para permitir que qualquer usuário possa criar e vender produtos para o mundo todo. O objetivo é bater de frente com grandes players do mercado, oferecendo uma solução otimizada para quem precisa processar pagamentos internacionais com eficiência e menos burocracia.
Neste vídeo, explico como essa atualização funciona na prática e de que maneira você pode aproveitar a estrutura da plataforma para escalar seus resultados. É uma oportunidade para quem busca vender produtos digitais globalmente e quer simplificar a gestão financeira do seu negócio online.
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Você editou o Short, o texto está na tela e o dedo está no botão de publicar. Mas parte do vídeo veio de um clipe que você não gravou, e bate a dúvida: isso pode derrubar o canal?
O YouTube aplica a política de conteúdo reutilizado ao canal como um todo, e não só ao vídeo isolado. Se ele concluir que você reutiliza material de terceiros sem acrescentar nada, a monetização pode ser removida de todo o canal.
A lista abaixo se passa em poucos minutos, pelo celular, antes de postar. Se algum item ficar sem resposta, o Short ainda não está pronto.
Origem do material: o que é seu e o que é de outro
Cada clipe, imagem e áudio é seu, está licenciado para você ou tem uso permitido.
Você sabe dizer de onde veio cada trecho e guardou o link ou a licença.
Não há trecho baixado de outro canal ou de outra rede social sem alteração.
A música vem da Biblioteca de áudio do YouTube ou de uma fonte com licença que você confirmou.
Se a faixa exige crédito ao artista, o crédito está na descrição.
A Biblioteca de áudio fica no menu à esquerda do YouTube Studio. As músicas e os efeitos de lá não têm restrições de direitos autorais. O filtro “Atribuição não é necessária” mostra as faixas que dispensam crédito.
As faixas de licença Creative Commons exigem o crédito na descrição. O próprio Studio gera esse texto: toque no ícone CC, na coluna do tipo de licença, e copie.
Cuidado: ter a permissão do criador original não resolve sozinho. A política de conteúdo reutilizado vale mesmo quando o dono do clipe deixou você usar.
Para parar de depender de clipes alheios, a IA Academy, do Igor Henrique, ensina a criar vídeos com IA em oito formatos, cada um com o seu prompt (o comando para a IA). Há garantia de 7 dias, sem precisar justificar. (link de afiliado)
O que você acrescentou ao vídeo
O critério do YouTube é se o espectador consegue notar uma diferença significativa entre o seu vídeo e o original. Responda:
Tem narração sua, com texto escrito por você?
Tem comentário próprio, que explica, analisa ou conta algo novo?
A edição muda o material de verdade, e não só corta um pedaço?
Alguém que viu o original reconheceria o seu vídeo como outra coisa?
Seus Shorts variam entre si, em vez de repetir o mesmo modelo de IA trocando só detalhes?
Segundo a central de ajuda do YouTube, podem gerar receita: clipes usados numa análise crítica, uma cena de filme com diálogo reescrito e nova narração, e reações em que você comenta o original.
Não podem: clipes reunidos com pouco ou nenhum comentário, vídeos curtos compilados de outras redes, conteúdo copiado sem alterações significativas e vídeos de IA feitos com modelos genéricos que parecem produção em massa.
Atenção: só ler em voz alta um texto de um site ou de um feed de notícias também conta como conteúdo reutilizado. A narração precisa trazer algo que não estava lá.
Título, descrição e aviso de IA
O título e a miniatura prometem só o que o Short mostra.
A descrição não engana sobre o que é o vídeo.
Se há trecho realista feito ou alterado com IA, você marcou o uso de IA.
A política contra spam do YouTube proíbe títulos, miniaturas e descrições maliciosamente enganosos, que levam a clicar em algo que o vídeo não entrega.
A declaração de IA é pedida quando o conteúdo parece realista e foi gerado ou alterado com IA. Exemplos: fazer uma pessoa real parecer dizer algo que não disse, gerar filmagem de um lugar real e usar música gerada com IA.
Não precisam de declaração: cena claramente irreal (alguém montado num unicórnio), filtro de beleza, ajuste de cor, legendas, ideias e roteiro, título ou miniatura feitos com ajuda de IA. A clonagem da sua própria voz para narrar também fica fora.
No envio, pelo YouTube Studio, procure o campo “Uso de IA” na seção “Atributos” e marque “Sim” ou “Não”. Se o nome mudar, confira na tela.
Se o vídeo já foi sinalizado
Há dois casos diferentes. Um é a reivindicação de direitos autorais, quando o sistema do YouTube acha que o áudio ou a imagem batem com material protegido. O outro é o aviso por violar uma política, como a de spam ou a de monetização.
Na reivindicação, você pode:
Deixar como está, se ela parecer válida.
Remover o trecho: silenciar, cortar ou trocar a música por uma da Biblioteca de áudio. A reivindicação sai sozinha.
Compartilhar a receita com a editora, se você está no Programa de Parcerias e a música permite.
Disputar, só se você tem todos os direitos sobre o material.
Um Short de 1 a 3 minutos com reivindicação ativa fica bloqueado enquanto ela durar.
No aviso de política, abra o YouTube Studio, leia qual vídeo e qual regra foram apontados e corrija. Depois passe a lista acima nos seus outros Shorts, porque o canal inteiro é avaliado.
Cuidado: não suba de novo o mesmo vídeo com uma pequena mudança. Fazer pequenas alterações e postar como original é violação da política.
Pela política contra spam, o YouTube pode remover o conteúdo e dar uma advertência ao canal. Três advertências em 90 dias podem levar ao encerramento do canal.
Seu próximo passo
No próximo Short, abra esta lista antes de postar e responda item por item. Se algum clipe não tiver origem comprovada, troque por material seu ou licenciado.
Se quiser produzir o próprio material com IA e acompanhar as mudanças das ferramentas, a IA Academy tem comunidade e atualizações quando elas mudam. (link de afiliado)
Nesta aula, mostro como transformar o Instagram em um canal de aquisição de clientes utilizando estratégias de Social Selling.
Explico como conectar conteúdo, relacionamento e interações para gerar oportunidades comerciais, sem depender apenas de seguidores ou visualizações.
Você vai entender como utilizar Stories, Reels, feed e Direct para atrair o público certo, identificar potenciais clientes e iniciar conversas que podem se transformar em reuniões e vendas.
Também compartilho minha rotina de Social Selling, incluindo caixinhas de perguntas, ativações, abordagens personalizadas e as principais etapas de um processo comercial dentro das redes sociais.
Se você tem uma agência ou presta serviços, esta aula mostra como deixar de apenas produzir conteúdo e começar a utilizar o Instagram de forma estratégica para conquistar novos clientes.
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Como Vender na Shopee Video como Afiliado (Como Fazer a Primeira Venda Shopee Video)
Para vender na Shopee video como afiliado, o primeiro passo é criar uma conta gratuita na plataforma. Uma vez cadastrado, o usuário pode buscar produtos para se afiliar. Normalmente, a descrição de cada produto mostra a comissão oferecida. Vou mostrar estratégias de divulgação dos links de afiliado que eu utilizo. Nesse vídeo eu compartilhei a melhor forma de como vender como afiliado shopee sem gastar.
Importante: Este canal é educativo e tem o objetivo de compartilhar conhecimento. A criação de um negócio digital depende exclusivamente do esforço e dedicação de cada pessoa. Nada aqui representa promessa de ganhos financeiros ou resultados garantidos.
O rascunho do e-book está pronto e falta só um número: o preço. Você teme cobrar caro e ninguém comprar, ou cobrar barato e o e-book parecer sem valor.
Esse medo faz muita gente adiar a publicação. A saída é tratar o primeiro preço como um teste, e não como uma sentença. Com três referências e uma conta simples, você chega a um valor para começar e sabe quando mudá-lo.
Pense no feirante que traz um bolo novo: ele põe um preço perto do que a banca vizinha cobra, vê como sai na semana e ajusta. Com o e-book é igual.
Este caminho serve para quem vai vender numa plataforma de vendas (o site que recebe o pagamento e entrega o arquivo ao comprador), como a Kiwify. Se você vai dar o material de graça, não precisa dele.
Olhe três produtos parecidos
Seu leitor compara antes de comprar. Então comece vendo o que ele já encontra sobre o seu assunto.
Pesquise no Google e na loja Kindle da Amazon pelo tema do seu e-book, por exemplo “e-book de marmitas congeladas”.
Escolha três e-books do mesmo assunto e de tamanho parecido com o seu.
Anote numa folha ou nas notas do celular: nome, preço, número de páginas e o que ele promete ensinar.
Marque o menor, o do meio e o maior preço.
Compare também o conteúdo. Um e-book de 20 páginas e outro de 80 não disputam o mesmo preço.
Exemplo (valores inventados para a conta): você achou e-books a R$ 17, R$ 27 e R$ 39. Seu preço de teste vai ficar nessa faixa, e não fora dela.
A venda única não é o único jeito de cobrar por um produto digital. No modelo de assinatura, o cliente paga todo mês para continuar usando. O Primeira Assinatura em 24H, do Caio Martins, ensina esse modelo e como montar uma plataforma de assinatura com inteligência artificial, sem programar (link de afiliado).
Calcule o que sobra por venda
O preço que o cliente paga não é o que cai na sua conta. A plataforma desconta uma taxa de cada venda aprovada.
Segundo a central de ajuda da Kiwify, a taxa é de 8,99% do valor mais R$ 2,49 por venda aprovada, sem mensalidade. Taxa pode mudar, então confira o valor atual na central da plataforma que você escolher.
Exemplo com os três preços da faixa:
Preço
Taxa (8,99% + R$ 2,49)
Sobra por venda
R$ 17,00
R$ 4,02
R$ 12,98
R$ 27,00
R$ 4,92
R$ 22,08
R$ 39,00
R$ 6,00
R$ 33,00
A conta mostra que o valor fixo de R$ 2,49 pesa mais no e-book barato. No de R$ 17, a taxa leva mais de um quinto do preço; no de R$ 39, cerca de 15%.
Há também um piso. Segundo a mesma central, o valor mínimo para produtos na Kiwify é de R$ 5,00.
Cuidado: o saque, que é passar o dinheiro da plataforma para a sua conta, custa R$ 3,67 por pedido na Kiwify. Junte algumas vendas antes de sacar.
Escolha um preço de teste
Com a faixa e a sobra por venda, escolha um preço do meio. No exemplo, R$ 27: fica entre os concorrentes e deixa R$ 22,08 por venda.
Depois siga a regra em três passos:
Publique com o preço de teste e divulgue por um período fixo, como duas semanas.
Anote quantas pessoas abriram a página de venda e quantas compraram.
Só no fim do período mude alguma coisa, e uma coisa de cada vez.
Se muita gente abre a página e ninguém compra, o preço pode estar alto, ou a promessa do e-book pode não estar clara. Ajuste primeiro a descrição e, no ciclo seguinte, o preço. Se vendeu bem já nos primeiros dias, teste um valor um pouco mais alto no próximo ciclo.
Dica: com pouca divulgação, duas ou três visitas sem compra não provam nada. Espere o fim do período de teste antes de concluir que o preço está errado.
A primeira venda pode demorar, e isso nem sempre quer dizer que o preço é o problema.
Seu próximo passo
Hoje, abra as notas do celular e anote o preço, as páginas e a promessa de três e-books do seu assunto. Marque o menor, o do meio e o maior.
Depois calcule a sobra de cada um com a taxa da plataforma que você vai usar e escreva o preço de teste ao lado. É esse o número que vai para a página de venda.
Você abriu o cadastro do Amazon Associados, viu um monte de campos e travou na pergunta sobre o seu site ou a sua rede social. Sem nada publicado, parece que a reprovação é certa.
Não precisa de site. A página oficial do programa diz que ele é aberto a quem tem um site, uma rede social ou um app qualificado. Um perfil seu, com conteúdo próprio, já pode servir de canal.
No fim do texto, você terá preparado os dados, feito a inscrição e gerado o seu primeiro link de afiliado. Se você é menor de idade, este caminho não serve: o contrato exige capacidade legal para assinar contratos.
O que você precisa antes de começar
Uma conta na Amazon: o mesmo login que você usa para comprar serve para entrar no programa.
Um canal de divulgação: um site, um perfil de rede social ou um app. Na prática, muita gente usa Instagram, YouTube, TikTok ou um blog.
Seus dados fiscais: o contrato permite à Amazon reter comissões enquanto as informações fiscais não forem enviadas.
Ser maior de idade: quem não pode assinar contratos fica de fora.
A Amazon analisa o canal antes de aprovar. Publique alguns conteúdos seus, úteis para quem lê, antes de se inscrever. Seguidor comprado não ajuda e ainda quebra as regras.
Se você quer aprender em vídeo a montar esse canal e a escolher o que publicar, veja o Fórmula Negócio Online, do Alex Vargas. Ele tem módulos de nicho, marketing de conteúdo, Instagram e YouTube, com o passo a passo para criar o canal, e garantia de 7 dias (link de afiliado).
Cadastro em passos
Abra associados.amazon.com.br no navegador do celular.
Toque em Inscreva-se, o botão de cadastro da página inicial.
Entre com a sua conta Amazon e preencha seus dados completos e corretos.
Informe o endereço do canal onde você vai divulgar (o link do seu perfil, por exemplo).
Leia e aceite o contrato do programa.
Espere a análise: a Amazon revisa a inscrição e aprova se os critérios forem atendidos.
As telas intermediárias podem mudar de nome. Se algum campo estiver diferente, siga o que aparece na sua tela.
Atenção: use só dados reais. O contrato exige que as informações sejam sempre precisas e completas, e você corrige o que mudar em Configurações de Conta.
Gere o primeiro link
O jeito mais rápido é o SiteStripe. É uma barra que aparece no topo das páginas da Amazon quando você entra com a conta de associado. Funciona como uma etiqueta com o seu nome: todo link que sai dela leva o seu código.
Entre no amazon.com.br com a mesma conta do programa. O seu nome aparece no topo da página.
Abra a página do produto que você quer indicar.
Na barra do SiteStripe, toque em Obter link: Texto.
Copie o link curto que aparece. Nunca copie o endereço da barra do navegador.
Abra uma aba anônima, cole o link e confira se a página certa carrega.
O contrato exige links no formato rastreado fornecido pela Amazon. É esse formato que liga a compra a você.
Se a barra não aparecer, entre na Central dos associados e abra Configurações de conta › Opções de Site Stripe para o associado. Lá você liga a ferramenta.
Regras para não perder a conta
Avise que ganha comissão: o contrato pede uma frase clara, como “Como participante do Programa de Associados da Amazon, sou remunerado pelas compras qualificadas efetuadas”.
Não compre pelo seu link: as políticas proíbem comprar produtos pelos seus próprios links.
Encurtador só se mostrar o destino: o link não pode esconder que leva à Amazon.
Nada de divulgação fora da internet: panfleto e cartaz com o link são proibidos.
Não atenda clientes da Amazon: se alguém reclamar de um pedido, mande a pessoa ao atendimento da Amazon.
Link em e-mail ou mensagem: só para quem pediu para receber.
Cuidado: muitos guias citam uma meta de três vendas nos primeiros 180 dias para a inscrição ser confirmada. As páginas públicas do programa não trazem esse número, então confira o prazo atual nos avisos da sua conta.
A compra conta como sua se acontecer até 24 horas depois do clique no seu link. Se a pessoa puser o produto no carrinho nesse período, ela tem até 89 dias para fechar o pedido. Por isso, uma venda pode aparecer dias depois.
A comissão varia por categoria de produto, e a página oficial do programa fala em até 15%. A tabela atual fica na central de ajuda dos associados. Conta parada também tem regra: sem atividade relevante por pelo menos 3 anos, a Amazon pode reter as comissões acumuladas, com aviso prévio.
Seu próximo passo
Hoje, escolha um produto que você usaria de verdade e gere o link pelo SiteStripe. Depois abra o link em aba anônima e confira se a página certa carrega.
A primeira venda costuma demorar e depende de quem vê o seu link. Para aprender a atrair esse público com constância, o Fórmula Negócio Online tem aulas sobre afiliado, funil e Instagram, que mostram como levar o produto a quem precisa dele (link de afiliado).
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Oi, eu sou a Carol, trabalho com marketing digital há 7 anos e criei esse canal para te ajudar a entender tudo sobre esse universo que pode alavancar – e muito – as vendas do seu negócio.
Então, se você quer decolar no ambiente online, alcançar uma audiência cada vez maior e ser reconhecido no seu nicho de atuação, acompanhe toda segunda-feira, às 19h00, os vídeos com conteúdos super ricos que compartilho por aqui.
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Se você quer descobrir como vender na Nuvemshop, o primeiro passo é entender que criar a loja é apenas o começo. Para gerar pedidos, você precisa levar as pessoas certas até os seus produtos e oferecer bons motivos para que elas finalizem a compra.
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